O jornal Gazeta do Povo publicou, em 25 de agosto de 2025, uma crônica interativa assinada pelo colunista Paulo Polzonoff Jr.. O texto adota o formato “mad lib”, no qual o leitor preenche lacunas com palavras sugeridas e, ao final, cria sua própria versão de uma sátira sobre um dia comum do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
Estrutura da crônica
A narrativa apresenta frases incompletas que convidam o público a escolher adjetivos, verbos e substantivos incomuns. Dessa forma, cada participante constrói um enredo personalizado. A história começa com o ministro acordando e pensando em “prender” alguém de profissão improvável, passa por um café da manhã fictício e segue para situações em locais como o Clube Pinheiros e o plenário do STF.
No percurso, o roteiro menciona elementos variados, como marcas de luxo, esportes tradicionais, bebidas, citações literárias e até referências ao folclore nacional. Há também passagens em que outros integrantes do Supremo, como Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Flávio Dino e Cármen Lúcia, aparecem em cenários igualmente fantasiosos. Cada trecho mantém espaços em branco para que o leitor insira termos de humor livre, preservando a proposta de sátira.
Participação do leitor
Para estimular a colaboração, o autor orienta o público a ser criativo, mas alerta que eventuais palavras de baixo calão não devem ultrapassar limites legais. A publicação recomenda evitar linguagem ofensiva, destacando que o objetivo é gerar comicidade sem desrespeitar regras de civilidade. Ao final, há convite para que trechos personalizados sejam compartilhados nos comentários da própria Gazeta do Povo ou em redes sociais.
Além de interativa, a crônica sugere manchetes fictícias, onomatopeias e até “decisões autoritárias” imaginárias atribuídas ao ministro. Apesar do teor satírico, o texto relembra o histórico de debates sobre liberdade de expressão e atuação do Judiciário, tema recorrente no noticiário político recente.
Cenário e personagens citados
A peça literária menciona personalidades da política nacional e internacional, como Jair Bolsonaro e Donald Trump, além de personagens folclóricos brasileiros. Referências à literatura, à música e a pratos da culinária aparecem de forma aleatória, reforçando o caráter de humor nonsense. O leitor pode, por exemplo, escolher qual “esporte de velho” o ministro pratica, qual “bebida cafona” ele consome ou qual “objeto inútil” Gilmar Mendes leva ao plenário.
Em um dos trechos, a autora faz menção a um “desafio” relacionado à liberdade de expressão, ao notar que a crônica poderia “ultrapassar todos os limites” desse direito. O texto conclui com um sonho hipotético do ministro, no qual insetos com nomes extravagantes sussurram novas prisões imaginárias.
Objetivos editoriais
Ao adotar o formato “mad lib”, a Gazeta do Povo busca ampliar a interação com o leitor, oferecendo conteúdo que mescla humor, sátira política e participação ativa do público. A abordagem reforça a estratégia editorial de estimular discussões sobre figuras públicas e a atuação de instituições, sem deixar de lado o princípio da liberdade de expressão.


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Imagem: ChatGPT
A crônica também insere comentários metalinguísticos, lembrando que as colunas de opinião não necessariamente refletem a posição do veículo. Esse aviso aparece em destaque ao final do artigo original, prática comum em publicações que prezam pela diferenciação entre opinião e reportagem.
Ao divulgar a iniciativa, o jornal reforça que o material segue sob responsabilidade de seu autor, mas se mantém atento a correções. Há espaço para que leitores comuniquem eventuais erros de edição ou inconsistências, procedimento que atende às exigências de transparência editorial.
Para quem acompanha os desdobramentos envolvendo o Supremo Tribunal Federal, a crônica funciona como recurso leve de crítica social, empregando o bom humor para abordar temas sérios que dominam o debate público.
Se você quer entender como o Judiciário tem sido tema constante no noticiário recente, vale conferir outras matérias em nossa editoria de Política, onde as discussões sobre liberdade de expressão, separação de poderes e institucionalidade são acompanhadas de perto.
Em resumo, a Gazeta do Povo inova ao entregar um conteúdo participativo, provocando reflexão sobre figuras de destaque e incentivando o leitor a explorar os limites da sátira dentro do respeito à legislação. Preencha, leia seu resultado e compartilhe: a criatividade é o único requisito.

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