O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), reforçou nesta segunda-feira (18) sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto e defendeu prioridades claras para a direita em 2026. Durante participação no programa “Café com a Gazeta”, no YouTube, o ex-senador voltou a responsabilizar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela taxação de 50% adotada pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Também reiterou que, se eleito, concederá anistia “ampla, geral e irrestrita” aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Críticas a Lula pelo aumento de tarifas
Caiado atribuiu o novo tarifaço norte-americano à postura do governo petista diante de Washington. Segundo ele, Lula segue “a mesma trilha de Hugo Chávez” ao sustentar um discurso anti-Estados Unidos para fins eleitorais. “Ao se ver encurralado e sem diálogo com a população, Lula cria a falsa visão de defesa da soberania brasileira. Essa política inviabiliza indústrias e empregos nos estados”, afirmou.
Para o governador, a tarifa de 50% poderá comprometer setores inteiros da economia regional, onerando exportadores de commodities e manufaturados. Ele cobrou “diplomacia pragmática” e acusou o Planalto de priorizar “alianças ideológicas” em detrimento do comércio exterior.
Anistia aos investigados do 8 de janeiro
Questionado sobre a crise institucional, Caiado reafirmou que seu primeiro ato como presidente será sancionar uma lei de perdão a todos os processados pelos eventos no Congresso e no Supremo Tribunal Federal em 2023. “Não há democracia consolidada enquanto parte da população se sente excluída do processo político”, declarou. Ele citou Bolsonaro nominalmente como beneficiário: “O ex-presidente também será anistiado”.
O goiano avaliou que o país precisa “virar a página” e pacificar o ambiente político. Para isso, defendeu uma articulação com Câmara e Senado logo nos primeiros meses de governo, ressaltando que possui “trânsito em todos os poderes” sem abrir mão de suas convicções conservadoras.
Divergências sobre impeachment de Alexandre de Moraes
Embora reconheça a insatisfação de parte do eleitorado com decisões do ministro Alexandre de Moraes, Caiado não considera o impeachment do magistrado a prioridade do momento. “Médico incompetente dá diagnóstico errado; medida politiqueira não resolve o problema do país”, resumiu. O pré-candidato avalia que o objetivo central é derrotar Lula nas urnas: “Tirar um ministro do STF não muda o resultado eleitoral. Precisamos focar na vitória em 2026”.
Estratégia eleitoral: vários nomes no primeiro turno
Sobre a formação de uma aliança única já na largada da campanha, o governador defendeu disputa aberta entre diferentes postulantes de direita. Para ele, múltiplas candidaturas ampliam o alcance do campo conservador e refinam o debate de propostas. “Sou favorável a vários candidatos no primeiro turno e ao apoio de todos no segundo. O alvo é tirar Lula”, enfatizou.
Caiado disse confiar em sua experiência executiva em Goiás, onde busca mostrar equilíbrio fiscal e gestão de segurança pública. A etapa seguinte na pré-campanha inclui viagens a capitais do Nordeste e encontros com lideranças do agronegócio, segmento que considera decisivo para seu projeto nacional.


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Presença em evento da família Mendes
O governador também comentou sua participação na festa de 73 anos da advogada Guiomar Mendes, esposa do ministro Gilmar Mendes. Ele rejeitou críticas por ter comparecido ao evento em Brasília e alegou “prerrogativa de homem público” para circular livremente. “Nunca me intimidei. Respeito as regras democráticas e dialogo com todos”, argumentou, acrescentando que manterá interlocução com o Judiciário caso seja eleito.
Ao ser questionado sobre possíveis acordos de bastidor, Caiado negou concessões: “Governa-se construindo paz, não enfrentamento, mas mantenho o que acredito”. Ele ressaltou que seu eventual governo terá compromisso com responsabilidade fiscal, reforma administrativa e redução da carga tributária nacional.
O ex-líder ruralista encerrou sua participação no programa frisando que 2026 “não é sobre nomes, e sim sobre derrotar um projeto de poder que prejudica o Brasil lá fora e comprime empregos aqui dentro”. Conforme seu calendário, a plataforma de governo completa será apresentada após as convenções partidárias de 2026.
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Em resumo, Ronaldo Caiado reforçou o tom crítico contra a política externa de Lula, prometeu anistia imediata a Bolsonaro e aos manifestantes de 8 de janeiro, e defendeu pluralidade de candidaturas à direita como estratégia para 2026. Fique atento às próximas atualizações e compartilhe este conteúdo para ampliar o debate sobre o futuro do país.

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