Gleisi ataca manifestantes

Gleisi ataca manifestantes e chama de “escárnio” uso da bandeira em atos pró-Bolsonaro

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Brasília — A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, classificou como “escárnio” o emprego da bandeira nacional durante as manifestações de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizadas no domingo (3/8). Em publicação no X, a dirigente petista afirmou que portar o símbolo do país em atos que, segundo ela, defendem “traidores da pátria” seria uma ofensa ao Brasil.

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Protestos em 62 cidades pedem impeachment de Moraes

Os atos ocorreram em 62 municípios, com maior concentração na Avenida Paulista, em São Paulo. Vestidos de verde-e-amarelo, manifestantes exibiram a bandeira brasileira e, em menor número, bandeiras dos Estados Unidos. Entre as principais pautas estavam a defesa de Jair Bolsonaro, a crítica às restrições judiciais impostas pelo ministro Alexandre de Moraes e o pedido de impeachment do magistrado.

Bolsonaro, impedido de comparecer presencialmente por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), acompanhou as mobilizações por videochamada. O ex-presidente foi representado nas ruas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e por aliados como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Lideranças evangélicas, entre elas o pastor Silas Malafaia, também marcaram presença na capital paulista, onde discursaram sobre liberdade de expressão e garantias constitucionais.

De acordo com os organizadores, os protestos transcorreram de forma pacífica e serviram para demonstrar “insatisfação popular” com decisões do STF que restringem direitos políticos do ex-chefe do Executivo. Cartazes com críticas ao Judiciário e palavras de ordem em defesa de “liberdade para Bolsonaro” dominaram o cenário nas principais capitais.

Governo Lula vê ofensa ao símbolo nacional

Ao comentar as mobilizações, Gleisi Hoffmann sustentou que “nunca foram patriotas” os participantes que levaram a bandeira às ruas. Para a ministra, o país estaria “sendo chantageado” pelo que chamou de “tarifaço Bolsonaro” e por “ataques” atribuídos ao ex-presidente norte-americano Donald Trump. A dirigente associou a presença de bandeiras americanas ao apoio que Trump declarou ao aliado brasileiro, criticando o que chamou de tentativa de constranger o Judiciário e a soberania nacional.

Na mesma publicação, Gleisi mencionou a sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada por Trump. O republicano justificou a medida alegando haver uma “caça às bruxas” contra Jair Bolsonaro no Brasil — referência aos inquéritos que investigam o ex-mandatário por suposta tentativa de interferir no resultado eleitoral de 2022.

Integrantes do Partido dos Trabalhadores enxergam no aumento tarifário uma oportunidade para desgastar politicamente Bolsonaro e seus aliados, associando o ex-presidente a impactos econômicos negativos. A declaração de Gleisi reforça essa estratégia, ao relacionar as manifestações de domingo a interesses que, na avaliação petista, ferem a imagem do país.

Restrições judiciais mantêm Bolsonaro afastado das ruas

Desde 2023, Jair Bolsonaro está sujeito a medidas cautelares determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator de inquéritos que apuram supostos atos antidemocráticos. Entre as restrições impostas, o ex-presidente deve permanecer em casa durante noites, fins de semana e feriados, além de não poder se ausentar do país sem autorização judicial. Essas limitações impediram a presença física do ex-chefe do Executivo nos protestos, situação que seus apoiadores classificam como perseguição política.

Mesmo à distância, Bolsonaro manteve contato com os manifestantes. Em Brasília, uma assessora transmitiu as imagens das ruas; no Rio de Janeiro, o filho mais velho acompanhou as falas; e, em Belém, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro participou de um telão que exibia mensagens do marido.

Reações e próximos passos

A fala de Gleisi Hoffmann gerou críticas de parlamentares da oposição, que consideram o comentário um ataque aos símbolos nacionais e à liberdade de manifestação. Deputados do PL e de outras legendas alinhadas ao bolsonarismo enxergam no posicionamento da ministra uma tentativa de deslegitimar atos populares legítimos. Até o momento, não há sinalização de abertura de diálogo entre os dois lados.

Organizadores das manifestações prometem manter pressão pelo impeachment de Alexandre de Moraes e defender a revisão das medidas impostas a Jair Bolsonaro. Para os apoiadores do ex-presidente, o sucesso do último domingo seria um indicativo de que o movimento seguirá ativo, especialmente diante do impacto econômico da nova tarifa norte-americana, vista pelos manifestantes como consequência direta da situação jurídica do líder conservador.

Enquanto isso, o Palácio do Planalto observa a mobilização adversária e, por meio de porta-vozes como Gleisi Hoffmann, tenta vincular o custo do “tarifaço” à agenda política de Bolsonaro. O embate entre governo e oposição, portanto, tende a se acirrar nos próximos meses, com o STF e o símbolo nacional novamente no centro do debate público.

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