Jerusalém, 10 de outubro de 2025 – O acordo que interrompeu a recente escalada de hostilidades entre Israel e Hamas teve como fiador o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Reconhecido publicamente pelas duas partes, ele foi apontado como peça central na libertação de reféns e na formalização de um cessar-fogo em Gaza.
Trump é celebrado por israelenses e palestinos
O prestigiado jornal The Jerusalem Post dedicou a capa desta sexta-feira a uma homenagem singular: a silhueta de Trump formada pelos rostos dos 48 reféns ainda em poder do Hamas, acompanhada da frase “He’s bringing them home” (“Ele está trazendo-os para casa”). A publicação também citou a ex-primeira-ministra Golda Meir, lembrando que o momento é de cautela: “Talvez ainda seja cedo para falar no pós-guerra, pois estamos sob um cessar-fogo”.
No lado palestino, lideranças do Hamas igualmente agradeceram ao republicano pelo papel de mediador. Vídeos que circulam nas redes mostram moradores de Gaza dizendo em inglês “I love you, Donald Trump”, gesto incomum em conflitos envolvendo o grupo islâmico e Washington.
Termos do acordo e garantias exigidas
Pelos termos acertados, o Hamas realizará a libertação inicial dos reféns em troca de um cessar-fogo imediato por parte de Israel. Além disso, o governo israelense deverá libertar cerca de 250 prisioneiros palestinos condenados à prisão perpétua e outros 1.700 detidos após os ataques de outubro de 2023. O grupo palestino, contudo, demonstra receio de que Israel não cumpra todas as etapas posteriores e solicita que os Estados Unidos atuem como garantidores, especialmente na retirada progressiva das tropas israelenses da Faixa de Gaza.
O agradecimento público a Trump, vindo simultaneamente de Jerusalém e Gaza, confere ao acordo um caráter incomum. Historicamente, chefes de Estado norte-americanos já foram mediadores no Oriente Médio, mas raras vezes receberam menções positivas de ambos os lados em um espaço de tempo tão curto.
Reflexos políticos no Oriente Médio
Autoridades israelenses avaliam que o endosso da Casa Branca, ainda que sob a administração seguinte, deu peso à negociação. Parlamentares em Jerusalém apontam que o envolvimento pessoal de Trump ajudou a superar desconfianças. Nos territórios palestinos, líderes do Hamas ressaltam que a figura do ex-presidente representou uma garantia de visibilidade internacional, pressionando Israel a aceitar trocas de prisioneiros em volume significativo.


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Observadores regionais alertam, porém, que a sustentação do cessar-fogo dependerá da liberação escalonada de reféns e da retirada militar. Qualquer desacordo pode reacender confrontos, cenário que reforça a exigência palestina de presença norte-americana como árbitro permanente.
Impactos econômicos e financeiros
Além do contexto geopolítico, a semana terminou com novidades que chamam a atenção dos consumidores e do mercado interno:
Pagamentos via WhatsApp: entrou em operação uma ferramenta que permite realizar Pix apenas com o envio de uma foto. A inteligência artificial do aplicativo lê informações manuscritas ou impressas – como chave e valor – e conclui a transferência automaticamente.

Imagem: Internet
Valores a receber: o Banco Central revelou que R$ 10,69 bilhões em recursos esquecidos permanecem disponíveis. São R$ 8,08 bilhões de pessoas físicas e R$ 2,61 bilhões de empresas, somando 48 milhões de cidadãos e 4,6 milhões de CNPJs com crédito a resgatar.
Compensação no Itaú Unibanco: a instituição apresentou proposta de indenização aos mais de mil empregados dispensados em setembro, que atuavam em home office ou regime híbrido.
Fluxo na B3: após meses de forte entrada de capital estrangeiro, a Bolsa de Valores de São Paulo encerrou o terceiro trimestre em ritmo mais lento. Investidores adotam postura cautelosa diante das incertezas globais e domésticas.
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O protagonismo de Donald Trump no cessar-fogo entre Israel e Hamas reforça a importância da mediação norte-americana em crises globais. A manutenção do acordo, porém, dependerá da confiança entre as partes e do monitoramento externo. Continue conosco para atualizações e análises sobre política e economia.
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