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Lula avalia Messias, Pacheco e Dantas para vaga de Barroso no STF: entenda os trunfos e riscos

Política

Com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhará um novo integrante que poderá permanecer em plenário por quase três décadas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estuda três nomes: o advogado-geral da União, Jorge Messias; o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas. Cada um carrega apoios distintos no Planalto, no Congresso e dentro da Corte.

Contexto da sucessão

Quem for indicado precisará de maioria simples no Senado para assumir o cargo vitalício até completar 75 anos. Por isso, além de currículo jurídico, articulação política pesa na balança. No terceiro mandato, Lula tem priorizado nomes jovens e de confiança direta, estratégia que garante influência prolongada no Judiciário.

A disputa atual repete esse padrão: os três cotados têm menos de 50 anos e convivem há anos com o núcleo do poder em Brasília. A decisão deve ocorrer nos próximos meses, respeitando o calendário interno do Supremo e a preferência do Palácio do Planalto por encaminhar o processo antes de votações sensíveis no Congresso.

Jorge Messias: força na confiança de Lula, obstáculo no Senado

Favorito do entorno presidencial, Jorge Messias tornou-se figura de confiança de Lula na época da Operação Lava Jato, quando atuou na defesa do petista. Como advogado-geral da União desde o início de 2023, ampliou interlocução com ministérios, setores sociais e bancadas evangélicas – segmento em que o governo busca maior aproximação. A lealdade é vista no Planalto como garantia de alinhamento futuro, evitando surpresas como as protagonizadas por Joaquim Barbosa no passado.

Messias conta ainda com respaldo declarado de Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda) e advogados do grupo Prerrogativas. No entanto, enfrenta resistência entre líderes partidários do Senado, sobretudo aliados do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP). Para ser aprovado, o governo teria de empenhar capital político extra, cenário que pode provocar desgastes nas próximas votações econômicas.

Rodrigo Pacheco: aval do Senado e da ala majoritária do STF

Rodrigo Pacheco reúne apoios robustos onde a nomeação será decidida. Em dois mandatos à frente do Senado, cultivou maioria sólida, arquivou pedidos de impeachment contra ministros da Corte e manteve diálogo constante com o Planalto. Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia sinalizaram simpatia pela ida do mineiro ao STF.

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O principal trunfo de Pacheco é o apadrinhamento de Alcolumbre, responsável direto por conduzir a sabatina. A base governista considera que, caso indicado, o presidente do Senado seria avalizado sem dificuldades. O empecilho aparece na sucessão estadual de 2026: Lula vê Pacheco como candidato competitivo ao governo de Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país. Retirá-lo da disputa poderia fragilizar o palanque governista e abrir espaço para adversários conservadores.

Bruno Dantas: opção de composição entre Poderes

Bruno Dantas não lidera preferências, mas transita com desenvoltura pelos Três Poderes. Ex-presidente do TCU, construiu carreira acadêmica reconhecida e perfil garantista que agrada a ministros críticos à Lava Jato. Mantém diálogo frequente com Gilmar Mendes, Renan Calheiros (MDB-AL) e Alcolumbre, além de telefonemas regulares com Lula.

Decisões recentes no TCU, como a liberação de R$ 6 bilhões para o programa Pé-de-meia, aproximaram Dantas do governo. Ainda assim, parte do PT o classifica como escolha “excessivamente política” e distante da esquerda. Essa percepção pode reduzir entusiasmo interno, embora torne Dantas alternativa de consenso caso a disputa entre Messias e Pacheco se intensifique.

Cenário de decisão

O critério central permanece a confiança pessoal de Lula, mas a viabilidade no Senado e o impacto eleitoral em 2026 entram na equação. Mensagens recentes do Planalto indicam inclinação inicial por Messias, alinhada ao padrão de nomear aliados próximos, tal como ocorreu com Cristiano Zanin e Flávio Dino. Contudo, a força de Pacheco entre senadores e ministros do STF pressiona por um desfecho que evite atritos institucionais. Dantas segue à espreita, pronto para ocupar espaço caso se forme impasse entre Planalto e Congresso.

Nos bastidores, auxiliares do presidente avaliam que a definição deve ocorrer até o início do segundo semestre, antes da tramitação do Orçamento no Senado. O governo busca equilíbrio entre lealdade, governabilidade e cálculo eleitoral, fatores determinantes para quem herdará a cadeira deixada por Barroso.

Se você acompanha os bastidores do poder, vale conferir outras atualizações em nossa editoria de Política, onde análises diárias revelam como decisões em Brasília influenciam a vida dos cidadãos.

Em resumo, Messias oferece a Lula fidelidade, Pacheco entrega respaldo legislativo e Dantas surge como ponte institucional. A escolha final definirá a correlação de forças no STF e sinalizará a estratégia do governo para os próximos anos. Continue acompanhando e compartilhe esta reportagem com quem se interessa pelos rumos do Judiciário brasileiro.

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