Jerusalém, 13 de outubro de 2025 – O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi recebido de pé e sob aplausos prolongados no Knesset, o Parlamento de Israel, ao discursar sobre o início do cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas. O republicano classificou o momento como “o amanhecer histórico de um novo Oriente Médio” e comemorou o que chamou de derrota do extremismo na região.
“Amanhecer histórico” coincide com troca de reféns e prisioneiros
Na madrugada desta segunda-feira, entrou em vigor o acordo mediado por Washington que prevê a libertação de aproximadamente 250 prisioneiros palestinos por Israel, enquanto o Hamas já iniciou a devolução de reféns israelenses capturados em 2023. O pacto encerra dois anos de confrontos intensos na Faixa de Gaza e estabelece uma trégua monitorada pelos Estados Unidos e parceiros regionais.
Em sua fala, Trump destacou que “forças do caos, do terror e da ruína que assolam o Oriente Médio há décadas estão agora enfraquecidas, isoladas e totalmente derrotadas”. O ex-presidente lembrou ainda a formação de uma “nova coalizão de nações orgulhosas e responsáveis”, referência direta aos Acordos de Abraão firmados durante sua administração, que normalizaram relações diplomáticas entre Israel e diversos países árabes.
Interrupção isolada não ofusca recepção calorosa
O clima de entusiasmo foi interrompido brevemente quando um parlamentar protestou contra a presença de Trump. Seguranças retiraram o manifestante do plenário, e o episódio foi tratado como isolado. O discurso prosseguiu sem novos incidentes, mantendo a atenção dos legisladores israelenses.
Em outro trecho, Trump afirmou ter “resolvido oito guerras em oito meses”, atualizando a contagem que antes atribuía a sete conflitos. Segundo ele, o resgate dos reféns israelenses acrescenta um caso de sucesso diplomático ao seu histórico. A declaração foi recebida com novos aplausos.
Netanyahu exalta liderança norte-americana
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, sentado ao lado de Trump, descreveu o ex-presidente como “o maior amigo que Israel já teve na Casa Branca”. Para o líder israelense, a trégua marca “o início de uma nova era” e demonstra que “Israel não se curva”. Netanyahu reconheceu, contudo, que “pagar um preço alto” para libertar prisioneiros palestinos era necessário para atingir a paz.


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Trump reforçou o objetivo de ampliar os Acordos de Abraão a mais nações árabes e propôs a criação de um “comitê da paz” financiado por países ricos para reconstruir Gaza. A iniciativa deverá contemplar a desmilitarização do enclave e o desarmamento completo do Hamas, garantindo segurança permanente a Israel.
Aspectos do acordo apoiado pelos EUA
Quem participa: Governo israelense, Hamas, Estados Unidos e mediadores regionais.
O que muda: Troca de reféns por prisioneiros, cessar-fogo imediato e compromisso de desmilitarização de Gaza.
Quando: A trégua entrou em vigor em 13 de outubro de 2025, com duração inicial de seis meses, renovável.
Onde: Faixa de Gaza e fronteiras israelenses.
Como: Supervisão conjunta de observadores norte-americanos e arabes; liberação gradual de detidos conforme cronograma.
Por quê: Reduzir a tensão regional, reforçar os Acordos de Abraão e isolar grupos extremistas.

Imagem: Internet
Trump encerrou a apresentação reiterando que “parece estar funcionando” a sua “personalidade de quem quer acabar com guerras”. Ele prometeu manter diálogo com governos árabes para fortalecer a aliança antiterror.
Para o governo israelense, a prioridade agora é consolidar a paz interna e reforçar a segurança nas fronteiras. Observadores internacionais consideram que o sucesso da trégua poderá abrir caminho para novos pactos de cooperação econômica, segurança cibernética e defesa antiaérea entre Jerusalém e capitais da Península Arábica.
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Em resumo, o discurso de Donald Trump no Parlamento de Israel simbolizou a tentativa de consolidar uma nova fase de estabilidade no Oriente Médio, reforçando compromissos de segurança e cooperação firmados nos últimos anos. Continue acompanhando nossas atualizações e compartilhe o artigo para manter mais leitores informados.
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