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Trump elimina agenda identitária e reforça meritocracia no Exército dos EUA

Opinião

Washington, 1º de outubro de 2025 – O governo dos Estados Unidos anunciou mudanças profundas nas Forças Armadas, colocando fim a programas de diversidade e estabelecendo parâmetros estritos de mérito para o ingresso e a permanência na carreira militar. A decisão foi apresentada pelo Secretário de Guerra, Pete Hegseth, ao lado do presidente Donald Trump, em cerimônia no Pentágono.

Declarações de Pete Hegseth

Em um discurso direto a oficiais e soldados, Hegseth afirmou que “não há mais espaço para distrações ideológicas nem para iniciativas que não estejam voltadas à eficiência em combate”. O secretário classificou como “lixo” os meses temáticos dedicados à identidade, os escritórios de diversidade e outras ações de viés progressista instauradas nas últimas administrações.

De acordo com Hegseth, a prioridade da pasta passa a ser única e exclusivamente a capacidade operacional. “Se mulheres atenderem aos requisitos físicos, ótimo. Caso contrário, não haverá concessões”, destacou. A mesma lógica valerá para homens que não atingirem os novos padrões de altura, peso e resistência.

O dirigente também criticou a presença de oficiais acima do peso em postos de comando, sinalizando que todos os generais serão submetidos a testes semestrais. “Exigiremos forma física exemplar de quem lidera tropas. Quem não passar, será afastado”, completou.

Novos critérios e reações

As diretrizes definem:

  • Exclusão de programas internos voltados à equidade de gênero, raça ou orientação sexual;
  • Adoção de exames físicos padronizados, sem diferenciação por sexo;
  • Revisão anual dos currículos de treinamento, removendo conteúdos considerados fora do escopo militar;
  • Instituição de metas mínimas de aptidão, com desligamento automático em caso de reprovação repetida.

Segundo o Pentágono, o cronograma de implementação começa ainda em outubro, com revisão completa dos setores de pessoal até o fim do ano fiscal. Oficiais já em atividade terão seis meses para se adequar às exigências.

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Entidades alinhadas à esquerda classificaram a medida como um retrocesso. Grupos de defesa da diversidade emitiram nota apontando “ameaça aos avanços sociais”. Já associações de veteranos e parte significativa do corpo de fuzileiros apoiaram a mudança, alegando que o foco deve permanecer na prontidão bélica.

Impacto sobre a meritocracia

Especialistas em defesa avaliam que a revogação de políticas identitárias pode acelerar promoções baseadas em desempenho, reduzindo a influência de cotas internas. Analistas lembram que, em cenários de conflito, a eficácia das tropas costuma ser o critério decisivo para o sucesso de missões.

A Academia Militar de West Point, uma das principais fornecedoras de oficiais, informou que readequará seus processos seletivos para refletir as novas diretrizes assim que receber instruções formais. A expectativa é de queda no número de admissões que se baseavam em metas de representatividade.

Próximos passos

O Departamento de Defesa criará um comitê de acompanhamento para medir o efeito das mudanças no moral e no desempenho das unidades. Relatórios trimestrais serão encaminhados à Casa Branca e às comissões de serviços armados do Congresso.

Embora senadores democratas prometam questionar a alteração, líderes republicanos sustentam que o presidente exerce autoridade legítima sobre a política militar. Até o momento, não há indicação de que a maioria legislativa conseguirá barrar o novo regulamento.

Para acompanhar outras decisões estratégicas que afetam o cenário nacional, acesse a editoria de política do Geral de Notícias.

Em síntese, a administração Trump muda o eixo das Forças Armadas, priorizando o mérito e descartando programas identitários. Siga o Geral de Notícias para receber atualizações e entender como as novas regras podem influenciar a segurança global.

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