Bom Sucesso (PR), 20 de outubro de 2025 – A GTF, uma das maiores processadoras de carne de frango do Brasil, reforça sua estratégia de integração vertical com a abertura de uma nova unidade de produção de ovos férteis no Norte do Paraná. O investimento consolida a presença da companhia no segmento avícola e eleva o nível de controle das etapas produtivas.
Estrutura pensada para eficiência e bem-estar animal
Localizada no município de Bom Sucesso, a granja é formada por dois núcleos e dez galpões, projetados para acomodar até 110 mil aves reprodutoras. A operação contará com 25 colaboradores treinados para manejar as aves dentro de protocolos de bem-estar reconhecidos pelo setor.
Segundo a empresa, a arquitetura dos galpões foi planejada para reduzir estresse, favorecer a circulação de ar e otimizar a coleta de ovos. O objetivo é assegurar lotes uniformes, com menor índice de perda e melhor aproveitamento dos recursos.
A nova estrutura integra-se ao sistema de produção da GTF, responsável por abater e processar milhares de toneladas de proteína avícola por ano. Ao assumir também a etapa de ovos férteis, a companhia passa a concentrar mais fases da cadeia, diminuindo dependência de fornecedores externos e ganhando previsibilidade no planejamento de lotes.
Estratégia de integração fortalece competitividade
O avanço faz parte de um plano definido pela diretoria para elevar o grau de verticalização. A prática é recorrente entre empresas que buscam eficiência de escala, padronização sanitária e redução de custos logísticos. Com a granja de Bom Sucesso, a GTF passa a controlar desde a matriz avícola até o abate industrial, garantindo rastreabilidade completa.
Em nota, o diretor-presidente Rafael Tortola destacou que a instalação “representa um passo importante no controle operacional, no fornecimento e na consistência de produção”. Para o executivo, um fluxo de ovos férteis interno reduz riscos de oscilação no mercado, melhora a qualidade e amplia a competitividade da marca.


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A escolha do Paraná segue a lógica de proximidade aos principais polos produtivos da companhia e do próprio setor avícola brasileiro. O estado concentra infraestrutura de transporte, frigoríficos e um ecossistema robusto de fornecedores de insumos, fatores decisivos para baixar custos e agilizar a distribuição.
Impacto regional e geração de empregos
A implantação em Bom Sucesso traz ganhos locais. Além dos 25 postos diretos, a expectativa é de estimular a contratação de serviços de manutenção, transporte e suprimentos. O agronegócio paranaense mantém tradição de absorver mão de obra e distribuir renda, contribuindo para o dinamismo econômico de municípios de pequeno e médio porte.
Para o governo estadual, empreendimentos privados com alto nível tecnológico impulsionam arrecadação e ampliam a base produtiva. A chegada de uma nova granja também tende a movimentar cooperativas de grãos, já que a alimentação das aves exige volumes expressivos de milho e soja – cultivos fortes na região.

Imagem: Divulgação
Padrões rígidos de biossegurança
A companhia ressalta que a granja foi construída sob normas de biossegurança exigidas pelo Ministério da Agricultura. Barreiras sanitárias, controle de acesso e linha de vacinação automatizada compõem o protocolo. Esses cuidados minimizam a incidência de enfermidades, protegem o patrimônio genético das aves e preservam a confiança dos compradores externos, em especial dos mercados que pagam ágio por produtos com rastreabilidade.
Com a integração de ovos férteis, a GTF reforça a aposta em autossuficiência e qualidade do plantel. O posicionamento está alinhado a uma tendência de mercado em que empresas de capital nacional disputam espaço com grupos internacionais, competindo por eficiência, escala e conformidade regulatória.
O movimento também demonstra a relevância do agronegócio para o Brasil – setor que sustenta superávits comerciais, gera empregos e se mantém como pilar da economia. Ao investir em unidades modernas, a iniciativa privada sinaliza confiança no ambiente de negócios, apesar de desafios logísticos e fiscais enfrentados pelo país.
Para quem acompanha o setor avícola, a expectativa é de que projetos similares continuem surgindo, reforçando cadeias regionais e aumentando a capacidade de exportação de proteína animal. Ao concentrar etapas dentro de suas plantas, a GTF reduz entraves burocráticos e amplia a governança sobre os processos, fator decisivo para atender mercados que exigem certificações rigorosas.
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Em resumo, a nova unidade de ovos férteis consolida a estratégia de verticalização da GTF, gera empregos e fortalece a cadeia avícola paranaense. Acompanhe nossas atualizações e fique por dentro dos próximos passos da empresa.
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