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Megaoperação no Rio escancara avanço do tráfico e expõe impacto da ADPF 635

Política

Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2025. A Polícia Civil e a Polícia Militar do Rio de Janeiro realizaram na manhã desta terça-feira uma operação conjunta nos complexos da Penha e do Alemão para cumprir mandados de prisão, busca e apreensão contra integrantes do Comando Vermelho. A ação, que já se tornou a mais letal da história do estado, terminou com quatro policiais mortos, dezenas de criminosos abatidos em confronto e a apreensão de mais de uma centena de fuzis.

Reação criminosa paralisa a cidade

Logo após o início da operação, traficantes montaram barricadas com ônibus e impuseram um toque de recolher informal em vários bairros. A ameaça de bloqueio da ponte Rio-Niterói gerou pânico entre motoristas e levou muitos cariocas a deixar o trabalho antes do horário habitual.

Escolas da rede pública e particular suspenderam as aulas no meio do turno; pais se apressaram para buscar os filhos. Linhas intermunicipais para municípios da Região dos Lagos, como Arraial do Cabo, foram canceladas pela principal companhia de ônibus, deixando passageiros ilhados. Em um hospital da zona norte, cirurgias eletivas foram adiadas diante da ausência de funcionários que não conseguiram atravessar áreas controladas por criminosos.

O clima de insegurança alcançou também a zona sul, onde lojas, bares, restaurantes e farmácias fecharam as portas antes das 20h. Em um condomínio residencial no Leblon, o síndico suspendeu temporariamente entregas por aplicativos após circular a informação de que membros da facção poderiam invadir o bairro.

Cinco anos de restrição às operações e fortalecimento das facções

Desde 2020, a ADPF 635 — decisão do Supremo Tribunal Federal que limitou operações policiais em comunidades — vigorou praticamente sem interrupções. Durante esses cinco anos, comandantes da polícia alertaram para o risco de consolidação territorial do tráfico e incremento do arsenal bélico das facções. Os acontecimentos desta terça-feira foram citados por agentes de segurança como primeira demonstração prática da dificuldade e do custo humano para retomar áreas dominadas.

Dados da própria Secretaria de Segurança apontam que mais de 1.400 comunidades fluminenses encontram-se sob influência direta de organizações criminosas classificadas por especialistas como narcoterroristas. O domínio inclui cobrança de “taxas” de moradores, imposição de rotas de circulação e um sistema próprio de justiça paralela.

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Na operação de hoje, além de fuzis de calibres 7,62 mm e 5,56 mm, foram apreendidos milhares de munições, artefatos explosivos, coletes balísticos e rádios de comunicação. Os mandados de prisão, segundo a investigação, miravam chefes locais do Comando Vermelho envolvidos em ataques recentes a forças policiais.

Impacto sobre serviços e rotina

A paralisação parcial do transporte coletivo provocou reflexos em toda a região metropolitana. O Centro de Operações Rio registrou congestionamentos acima da média em vias alternativas usadas por motoristas para evitar os acessos às comunidades em conflito. Aplicativos de mobilidade chegaram a suspender viagens para determinadas áreas, citando risco à integridade de motoristas e passageiros.

Comércio e turismo também sentiram o efeito imediato. Aos poucos, turistas que frequentavam pontos icônicos como Copacabana e Ipanema passaram a receber recomendações de hotéis para antecipar o retorno às acomodações. Agências de viagem relataram aumento nos pedidos de alteração de passeios noturnos.

Próximos passos das autoridades

A Secretaria de Segurança informou que novas fases da operação serão planejadas para cumprir pendências judiciais e consolidar presença do Estado nos complexos. Já o governo federal declarou que acompanha a situação, mas não anunciou, até o momento, eventual apoio das Forças Armadas. Com os quatro agentes mortos na ação, sindicatos de policiais voltaram a cobrar equipamento de proteção e reforço permanente nas áreas recuperadas.

O avanço do narcotráfico coloca em evidência a necessidade de estratégias integradas de fronteira, repressão ao fluxo de armas e presença continuada do poder público. Especialistas em segurança apontam que, sem ações coordenadas entre União, estado e municípios, qualquer conquista territorial temporária pode ser revertida pelas facções.

Para continuar acompanhando o desdobramento desta operação e outras pautas sobre segurança pública, acesse nossa seção dedicada em Política.

Em resumo, a operação desta terça-feira revelou o alto poder de fogo do Comando Vermelho, confirmou a previsão de reforço bélico após cinco anos de restrição às ações policiais e paralizou boa parte da rotina carioca. Fique atento às próximas atualizações e compartilhe esta notícia para manter mais pessoas informadas.

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