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Crise de facções no Rio faz Lula propor PL Antifacção e tensiona relação com governadores e STF

Política

A escalada da violência entre facções criminosas no Rio de Janeiro colocou o tema da segurança pública no centro da pauta nacional. Uma megaoperação no estado evidenciou o poderio bélico dos grupos e levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a encaminhar ao Congresso o Projeto de Lei Antifacção. A iniciativa, porém, já sofre resistência de parlamentares, como o senador Sergio Moro, e intensifica o atrito com governadores da oposição. O Supremo Tribunal Federal (STF) também entrou no debate, adicionando nova camada de tensão institucional.

Governo apresenta PL Antifacção e encontra objeções no Congresso

Lula enviou a proposta logo após a ação policial no Rio mostrar armamentos de guerra nas mãos de criminosos. O texto do PL endurece penas para organização criminosa, prevê maior rigor no regime disciplinar e facilita o bloqueio de bens e contas bancárias. Ainda assim, o senador Sergio Moro considera o projeto impreciso e sugeriu ajustes para evitar brechas jurídicas. A discussão começa em comissões temáticas, enquanto o Planalto articula votação em regime de urgência.

Paralelamente, governadores de diferentes espectros políticos anunciaram um consórcio interestadual para troca de inteligência e reforço de efetivo nas fronteiras. Alguns chefes de Executivo estadual, porém, reclamaram de críticas federais que mencionaram “intervenção estrangeira” no Brasil, o que teria elevado o tom da disputa política.

STF acompanha operação e pressiona governo estadual

Em meio às repercussões, o ministro Alexandre de Moraes decidiu viajar ao Rio para ouvir o governador Cláudio Castro sobre o avanço das facções. O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou pedido de afastamento de Castro no STF, alegando omissão. Há ainda requerimentos de partidos governistas para garantir acesso de familiares de vítimas ao Instituto Médico-Legal.

Outras movimentações judiciais ganharam destaque. A Defensoria Pública da União pediu ao Supremo o arquivamento de denúncia contra o deputado Eduardo Bolsonaro. No Ministério Público Federal, um advogado foi denunciado por chamar Lula de “ex-presidiário”. Já o Tribunal Regional Federal abriu investigação contra o juiz Eduardo Appio, acusado de furto de processo.

Cenário político: Boulos assume campanha de rua; homenagens no STF

No tabuleiro eleitoral, o governo escalou o ministro Guilherme Boulos para organizar a campanha de rua pela reeleição de Lula em 2026. A escolha foi interpretada como esforço para mobilizar a base em comunidades afetadas pela criminalidade.

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Simultaneamente, o STF concederá medalhas a Alexandre de Moraes e ao ex-ministro José Dirceu, cerimônia que mobiliza aliados e críticos. Nos bastidores, parlamentares da oposição avaliam que a homenagem a Dirceu reacende debates sobre corrupção, enquanto apoiadores do governo defendem o reconhecimento.

Economia: Correios à espera de empréstimo; proposta sobre carteira de trabalho gera polêmica

No campo econômico, a situação dos Correios permanece delicada. O governo prevê empréstimo bilionário para a estatal, mas bancos federais resistem a liberar os recursos. Técnicos do Ministério da Fazenda alertam que a medida apenas adia um possível colapso financeiro da empresa.

Ainda na área social, um ministro sugeriu substituir a carteira de trabalho pelo cartão do Bolsa Família em determinadas situações, alegando simplificar o acesso a benefícios. A declaração provocou reação de centrais sindicais e de grupos empresariais, que defendem a manutenção do registro formal como garantia de direitos.

Já a Polícia Federal deflagrou nova etapa de operação que apura desvio de emendas parlamentares, ampliando a lista de investigados na esfera federal.

Para entender como essas decisões se conectam ao cenário institucional brasileiro, leia também a cobertura completa da editoria de Política.

Em síntese, a ofensiva contra facções no Rio reacendeu debates sobre segurança pública, expôs diferenças entre Palácio do Planalto, governos estaduais e STF, e adicionou pressões ao Congresso em um momento de incerteza fiscal. Acompanhe nossas atualizações diárias e compartilhe este artigo para manter mais pessoas informadas.

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