São Paulo, 7 de novembro de 2025 – A tradicional disputa por preços durante a Black Friday ganhou um ingrediente decisivo: a credibilidade das marcas. É o que mostra levantamento da Digital Manager Guru, plataforma de checkout e gestão de vendas on-line. O estudo indica que mais de 70% dos brasileiros consultam valores antes da data, porém decidem a compra com base na experiência oferecida. Para Michelle Oliveira, COO e cofundadora da empresa, confiança supera desconto na escolha do consumidor.
Preparação do público e maturidade do mercado
Segundo o relatório “Da Estratégia ao Resultado: o que a Black Friday 2024 ensinou para você vender mais em 2025”, sete em cada dez consumidores já chegam à campanha com pesquisa concluída. Esse comportamento reduz o impacto de ofertas agressivas e eleva a exigência sobre transparência. Michelle observa que o período deveria ser “exercício de maturidade”, não guerra de preços. A avaliação parte do princípio de que empresas sólidas competem pelo serviço, não por cortes repentinos que podem comprometer margens e gerar dúvida sobre o valor real dos produtos.
A executiva ressalta que falsos descontos – prática na qual o preço é inflado antes de ser reduzido – quebram a relação de confiança de forma irreversível. Ao identificar manipulação de valores ou comunicação confusa, o consumidor conclui que tempo, dados pessoais e expectativa foram desperdiçados, migrando para concorrentes. Em um ambiente de liberdade econômica, reputação torna-se ativo fundamental, pois a concorrência tende a expor rapidamente quem falha em cumprir o que promete.
Experiência de compra sem atritos
O mesmo levantamento revela que 85,5% das vendas da semana da Black Friday 2024 foram fechadas em dispositivos móveis. Esse dado reforça a necessidade de sites responsivos, leves e com etapas mínimas até a confirmação do pedido. Cada segundo adicional de carregamento, destaca Michelle, representa potencial venda perdida.
Checkout rápido, layout limpo e comunicação objetiva são apontados como diferenciais mais persuasivos do que banners anunciando “70% off”. A conclusão dialoga com uma visão de mercado na qual eficiência operacional gera valor sustentável, dispensando manobras promocionais de curto prazo. A orientação é clara: quem entrega jornada fluida converte visitante em cliente recorrente, reduz gasto com aquisição e fortalece a própria marca.
Além disso, a responsável pela Digital Manager Guru lembra que, em um cenário de intensa competição, empresas que respeitam o tempo do usuário demonstram prioridade à satisfação do cliente, alinhando-se a princípios de responsabilidade e compromisso. Essa abordagem, usualmente defendida por visões liberais, privilegia relações voluntárias e benefício mútuo entre quem vende e quem compra.


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Do desconto à fidelização
Outro ponto evidenciado é que números absolutos de pedidos importam menos do que a taxa de retorno. Marcas capazes de reter consumidores após a primeira compra constroem previsibilidade, reputação e saúde financeira de longo prazo. O conceito converge com práticas de gestão orientadas a resultados, nas quais receita recorrente reduz instabilidade e evita dependência de campanhas eventuais.
Michelle enfatiza que fidelizar não se resume a programas de pontos ou cupons, mas a combinar eficiência operacional com vínculo emocional. Nesse sentido, entregar aquilo que se promete, sem armadilhas, fortalece a relação. A partir daí, descontos tornam-se ferramenta pontual, e não alicerce do negócio. “O equilíbrio entre processo enxuto e relacionamento duradouro diferencia quem cresce de quem apenas vende”, resume a COO.

Imagem: Internet
Para empreendedores, as conclusões do estudo servem como alerta: preço atrai, mas não sustenta. Investir em plataformas seguras, atendimento ágil e comunicação honesta transforma picos de vendas em plataformas de expansão. No ambiente altamente regulado e competitivo do comércio eletrônico, reputação funciona como seguro contra volatilidade.
O e-book completo, que detalha métricas de conversão e práticas recomendadas, está disponível gratuitamente no site da Digital Manager Guru.
Os resultados reforçam a recomendação de que empresas brasileiras adotem estratégias pautadas em responsabilidade, concorrência leal e foco no cliente, valores alinhados à livre iniciativa. Nesse contexto, a Black Friday surge menos como liquidação de fim de ano e mais como teste de integridade corporativa.
Para quem acompanha a conjuntura econômica e quer entender reflexos regulatórios sobre o varejo, vale conferir a cobertura em nossa editoria de Política, que traz desdobramentos relevantes para o setor.
Em síntese, o estudo demonstra que o consumidor premiará marcas capazes de oferecer jornada simples, atendimento confiável e preços honestos. Se a sua empresa busca consolidar-se nesse cenário, adote processos transparentes e fortaleça sua imagem antes do próximo grande evento promocional.
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