Nova York vive uma virada política sem precedentes depois que Zohran Mamdani, deputado estadual de perfil abertamente socialista, assumiu a prefeitura em novembro de 2025. A vitória sinalizou a ascensão de uma ala ainda mais radical dentro do Partido Democrata e trouxe, em poucos meses, mudanças profundas na maior metrópole dos Estados Unidos.
Primeiras medidas ampliam intervenção estatal
No dia seguinte à posse, Mamdani apareceu nas ruas com um keffiyeh no pescoço e recitou versos do Alcorão a apoiadores. À tarde, participou da parada LGBT no Queens; à noite, jantou com bilionários em Manhattan — os mesmos que, durante a campanha, condenou como “exemplo máximo de desigualdade”.
Antes de completar uma semana no cargo, o prefeito apresentou projeto para criar mercados estatais, substituindo redes privadas de supermercados. Sob o argumento de “garantir justiça alimentar”, esses pontos de venda passaram a operar com subsídios públicos, distribuição de sacolas ecológicas e mensagens anticapitalistas impressas nas vitrines. O resultado imediato foi a retração de investidores do varejo e o fechamento dos primeiros estabelecimentos privados na cidade.
Simultaneamente, o novo governo anunciou verbas para cirurgias de redesignação sexual em menores de idade, classificando o procedimento como “direito fundamental”. A medida provocou reação de grupos religiosos e de parte da comunidade médica, mas seguiu adiante com apoio da maioria no Conselho Municipal.
Tributação recorde e êxodo de contribuintes
Nos meses subsequentes, Mamdani elevou impostos sobre propriedades e altas rendas, atingindo sobretudo bairros de maior poder aquisitivo. A cobrança adicional levou à saída de residentes e empresas, com dados preliminares indicando queda significativa na base de arrecadação.
Para sustentar os programas sociais, o prefeito criou o Departamento de Justiça Climática e Alimentar, encarregado de multar comércios considerados “agressores do meio ambiente” ou “excludentes”. Açougues, padarias e igrejas entraram na mira sob acusações de “discriminação indireta”.


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A polícia, rotulada de “instrumento de opressão”, perdeu orçamento e foi instada a reduzir abordagens. A criminalidade, segundo relatórios internos vazados, avançou em praticamente todos os distritos, mas a divulgação oficial de estatísticas foi suspensa para “evitar estigmatização”.
Cultura e fé sob pressão política
O calendário festivo também mudou. O Natal foi cancelado para “não ferir sensibilidades”. A Páscoa virou “Celebração da Fertilidade Plural”, enquanto o Ramadã recebeu status de feriado municipal, com tapetes de oração patrocinados pelo erário no Central Park.
Em paralelo, pais relataram perda de acesso a informações sobre o currículo escolar dos filhos. Houve registros de distribuição de bloqueadores hormonais a adolescentes sem autorização familiar, prática convertida em protocolo pela Secretaria de Educação da cidade.

Imagem: SARAH YENESEL
Desabastecimento e racionamento
Com a expansão dos mercados estatais e consequente retração da iniciativa privada, a logística de alimentos começou a falhar. Longas filas, prateleiras vazias e racionamento lembraram a experiência soviética, segundo relatos de moradores. Economistas alertam que o sistema de preços controlados não cobre custos de produção e transporte, agravando a crise de abastecimento.
Símbolos em ruínas
A degradação da infraestrutura atingiu ponto simbólico quando imagens circularam mostrando a Estátua da Liberdade tombada, parcialmente soterrada numa faixa de areia. Embora a prefeitura trate o episódio como “acidente estrutural”, para muitos nova-iorquinos o monumento caído reflete o declínio da própria cidade.
Resistência silenciosa
Apesar do ambiente adverso, pequenas comunidades religiosas permanecem ativas em missas e cultos discretos. Sacerdotes relatam procura crescente por orientação espiritual, sobretudo entre famílias que se sentem ameaçadas pelas políticas recém-instituídas.
Perspectivas
Analistas enxergam Nova York num ponto crítico. A combinação de impostos altos, insegurança jurídica e hostilidade cultural acelera a fuga de capital humano e financeiro. Sem correção de rumo, o município pode enfrentar colapso fiscal já no próximo exercício, segundo projeções de fontes do próprio Tesouro local.
Quem acompanha o cenário nacional encontrará análises sobre as movimentações partidárias em outras reportagens da editoria de Política, que detalham impactos semelhantes em diferentes regiões.
Em resumo, a eleição de Zohran Mamdani marcou a guinada mais radical da história recente de Nova York. Intervenção estatal, impostos recordes e restrições à liberdade de culto compõem um retrato de rápida deterioração social e econômica. Fique atento às atualizações e compartilhe este conteúdo para ampliar o debate sobre os rumos das grandes cidades.
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