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Marinho confronta PT e garante corte de taxas em benefícios do INSS

Política

Brasília, 12 nov. 2025 – O Senado aprovou, em regime de urgência, o Projeto de Lei que proíbe o desconto automático de mensalidades associativas nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Relator da matéria, o senador Rogério Marinho (PL-RN) acusou o Partido dos Trabalhadores de “viver da corrupção” após a legenda se recusar a apoiar a tramitação acelerada do texto.

Crítica direta ao PT e votação expressiva

Antes da análise final em plenário, Marinho utilizou sua conta na rede X para rechaçar a postura petista. “O PT fala em combater a corrupção, mas vive dela. A CPMI do INSS combate o roubo dos trabalhadores. O PT protege os picaretas de sempre”, escreveu o parlamentar. A urgência do projeto foi aprovada por 41 senadores; nenhum representante do PT endossou o requerimento.

O relator enfatizou que a proposição fecha brechas exploradas por entidades suspeitas que descontam valores diretamente da aposentadoria de segurados. Segundo Marinho, o texto resgata medida iniciada no governo Jair Bolsonaro, responsável por extinguir o imposto sindical compulsório a partir de 2019.

O que muda com o novo projeto

A principal alteração legislativa veda a cobrança de mensalidades de associações ou sindicatos diretamente no benefício pago pelo INSS, prática que, de acordo com Marinho, vinha lesando aposentados e pensionistas. Além disso, o PL extingue a possibilidade de antecipação de dívidas no crédito consignado, mecanismo utilizado por instituições para lançar novas parcelas antes mesmo do vencimento das anteriores.

Com a nova regra, qualquer contribuição a entidades de classe só poderá ocorrer por autorização expressa fora da folha do INSS, reduzindo o risco de fraudes e aliviando o orçamento de beneficiários que muitas vezes desconhecem os descontos. A proposta segue agora à sanção presidencial.

Posicionamento da base governista

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), admitiu a existência de entidades legítimas, mas reconheceu que falsos sindicatos e associações se proliferaram para roubar aposentados. Embora tenha criticado organizações irregulares, Wagner sustentou que o texto deveria distinguir grupos idôneos de fraudadores, posição que não encontrou eco na maioria.

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Também do PT, o senador Fabiano Contarato (ES) classificou o projeto como “avanço importante” na proteção de idosos, mas alertou para a necessidade de fiscalização permanente. Apesar das ressalvas, Contarato votou a favor, distanciando-se da orientação original da bancada.

Contexto político e impacto social

O debate sobre descontos em folha do INSS se intensificou após denúncias de que associações criadas em escritórios de fachada faturavam milhões com cobrança sem consentimento. Estudo apresentado pela relatoria estimou prejuízo superior a R$ 1 bilhão nos últimos cinco anos, valor distribuído entre supostos sindicatos e intermediários financeiros.

Parlamentares do PL, Republicanos e Novo lembraram que a reforma trabalhista de 2017 e o governo Bolsonaro tentaram limitar a interferência de sindicatos na renda do trabalhador. Para esses grupos, a atual proposta consolida a linha de atuação a favor de maior liberdade ao aposentado, sem intermediações compulsórias.

Próximos passos e eventual veto

O texto segue para o Palácio do Planalto. Caso seja sancionado integralmente, entrará em vigor 60 dias após a publicação no Diário Oficial. Se houver vetos, o Congresso poderá manter ou derrubá-los por maioria absoluta. Técnicos do governo avaliam trechos que tratam do cancelamento de contratos já em vigor, ponto sensível para bancos e cooperativas que operam crédito consignado.

Marinho informou que acompanhará a análise presidencial para evitar alterações que, em sua visão, enfraqueçam o combate a fraudes. O senador garantiu articular apoio suficiente para derrubar eventual veto parcial.

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Em resumo, o Senado aprovou mudanças que removem descontos automáticos e limitam práticas abusivas contra aposentados, num embate que evidenciou a divisão entre a oposição de direita e a bancada petista. Siga o Geral de Notícias e receba atualizações diárias sobre política, economia e direitos do trabalhador.

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