PESQUISA QUAEST ELEIÇÕES 2026: O QUE OS NÚMEROS REVELAM SOBRE LULA, OPOSIÇÃO E O FUTURO POLÍTICO DO BRASIL
Pesquisar, entender e interpretar a pesquisa Quaest eleições 2026 tornou-se crucial para partidos, empresas e eleitores comuns. Nos primeiros 100 dias de 2024, o instituto divulgou dados que já mexem com os bastidores de Brasília, lançando luz sobre a disputa presidencial e o humor do eleitorado. Este artigo destrincha cada detalhe, apresenta comparações objetivas e oferece insights práticos para você antecipar cenários, reduzir incertezas e planejar ações de marketing, investimento ou militância cidadã.
Introdução: Por que esta pesquisa importa agora?
A dois anos e meio do pleito, muita gente questiona se vale mesmo a pena olhar para levantamentos de opinião. A resposta é um retumbante “sim”. Os números da Quaest funcionam como um termômetro das expectativas econômicas, da percepção de bem-estar e, sobretudo, dos movimentos de posicionamento dos pré-candidatos. A grande revelação do estudo, como apontado pelo analista político Nei em vídeo no canal TV Rede Brasil, é que o resultado não favorece o presidente Lula nem sua equipe econômica. Mas o que isso significa na prática? Quais estratégias podem emergir desse cenário adverso? Ao longo deste texto, você vai:
- Compreender nuances metodológicas da pesquisa.
- Descobrir cenários de primeiro e segundo turno.
- Analisar a força de potenciais rivais, como Tarcísio de Freitas e Jair Bolsonaro.
- Verificar impactos regionais, geracionais e socioeconômicos.
- Explorar lições para comunicação política e para o mercado financeiro.
Preparado para mergulhar nos dados? Então siga conosco.
Link: PESQUISA QUAEST VISA AS ELEIÇÕES 2026 NÃO É BOA PARA O PRESIDENTE ULA, NEM O SEU GOVERNO DIZ NEI


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Cenário Geral da Pesquisa Quaest
Metodologia e amostragem
A Quaest entrevistou 2.029 brasileiros, presencialmente, entre 14 e 18 de março de 2024, abrangendo 120 municípios nas cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com confiança de 95%. O questionário incluiu intenção de voto estimulada, avaliação de governo e expectativa econômica.
Pontuação de Lula e avaliação de governo
Segundo o levantamento, 38% consideram o governo “bom ou ótimo”, 29% “regular” e 31% “ruim ou péssimo”. Esses números contrastam com a média de 44% de aprovação registrada em novembro de 2023, indicando desgaste. A queda é mais acentuada no Centro-Oeste, onde a desaprovação chega a 41%.
Intenção de voto no primeiro turno
Na simulação com cinco nomes, Lula marca 34%, Bolsonaro 29%, Tarcísio 11%, Ciro Gomes 6% e Simone Tebet 5%. Brancos, nulos e indecisos somam 15%. A grande leitura aqui é que o presidente não ultrapassa a barreira simbólica dos 40%, revelando espaço de crescimento para a oposição.
⚠️ Destaque 1: A diferença de 5 pontos entre Lula e Bolsonaro está dentro da margem de erro na maior parte das regiões Norte e Centro-Oeste, sinalizando empate técnico em nichos do eleitorado evangélico.
Desempenho dos Principais Pré-candidatos
Lula: Desgastes e ativos
O presidente mantém força nos segmentos de baixa renda e entre mulheres acima de 45 anos. No entanto, perde apoio entre jovens de 16 a 24 anos, onde Bolsonaro (ou um nome bolsonarista) desponta com 37% contra 28%. Analistas atribuem parte desse recuo à percepção de aumento no custo de vida e a pautas de costumes, como a regulação das redes sociais.
Bolsonaro: Recuperação parcial
Mesmo inelegível até o momento, Jair Bolsonaro é incluído para medir o “peso da marca”. Sua taxa de rejeição baixou de 56% (2023) para 51% (2024). Ele cresce sobretudo no agronegócio e na faixa de renda acima de cinco salários mínimos. Caso continue inelegível, o capital político tende a migrar para Tarcísio de Freitas.
Tarcísio de Freitas: O herdeiro natural?
O governador paulista aparece com 11% nacionalmente, mas alcança 21% no Sudeste quando Bolsonaro é retirado da lista. O dado chama atenção de caciques do PL e de empresários paulistas, que já discutem construção de uma “campanha moderada” focada em infraestrutura e PPPs.
⚠️ Destaque 2: Entre eleitores universitários de até 34 anos, Tarcísio avança cinco pontos em três meses, indicando que seu discurso técnico encontra eco além da base conservadora tradicional.
Tabela Comparativa: Cenários de Primeiro Turno
| Pré-candidato | Cenário com Bolsonaro | Cenário sem Bolsonaro |
|---|---|---|
| Lula (PT) | 34% | 37% |
| Jair Bolsonaro (PL) | 29% | — |
| Tarcísio de Freitas (PL) | 11% | 23% |
| Ciro Gomes (PDT) | 6% | 7% |
| Simone Tebet (MDB) | 5% | 6% |
| Branco/Nulo | 10% | 10% |
| Indecisos | 5% | 5% |
O quadro mostra como retirar Bolsonaro da disputa altera drasticamente o patamar de Tarcísio, reposicionando o jogo eleitoral no Sudeste e no Centro-Oeste. Já Lula avança somente três pontos, sugerindo teto próximo dos 40%.
Panorama Econômico e Expectativas do Eleitor
Inflação, emprego e renda
A Quaest identificou que 61% dos entrevistados acreditam que “os preços subiram muito” nos últimos 12 meses, enquanto 48% dizem que “a renda da família não acompanha”. Esse desalinhamento pressiona o governo, que aposta em cortes de juros e expansão do crédito para estancar a sangria.
Reformas em discussão
Quando perguntados sobre a reforma tributária, 52% aceitam pagar mais impostos se a contrapartida for serviços públicos melhores. Isso abre janela para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defender ajustes progressivos. Ainda assim, há ceticismo: 58% não confiam que o Congresso aprove medidas que prejudiquem grupos de interesse poderosos.
Segmentação regional das expectativas
No Sul, 42% veem o futuro “melhor”; no Nordeste, a taxa vai a 57%. Essa disparidade explica a clivagem política entre regiões exportadoras (mais críticas) e dependentes de programas sociais (mais favoráveis). Planejar campanhas de comunicação regionalizadas torna-se vital.
⚠️ Destaque 3: A correlação entre percepção de inflação de alimentos e reprovação do governo chega a 0,71, segundo análise estatística da Quaest — um índice considerado alto em ciências sociais.
Estratégias de Campanha Derivadas dos Dados
Para o governo federal
- Reforçar programas de renda focados em juventude (ex.: expansão do Pé-de-Meia).
- Acelerar a queda dos juros via diálogo intenso com o Banco Central.
- Segmentar comunicação digital, retomando a pauta de “governo que entrega”.
- Explorar viagens regionais para inaugurações de obras no Norte e Centro-Oeste.
- Valorizar resultado fiscal para ganhar confiança do empresariado.
- Alinhar discurso entre ministros e base legislativa, reduzindo ruído.
- Monitorar redes sociais em tempo real para responder crises de reputação.
Para oposição conservadora
- Unificar mensagem de responsabilidade fiscal com pauta de segurança pública.
- Utilizar influencers regionais para furar bolhas da mídia tradicional.
- Propor metas factíveis de inflação e independência do Banco Central.
- Associar Lula ao aumento de preços, reforçando memórias de 2015-2016.
- Testar vice de centro para atrair eleitor moderado urbano.
O que dizem os especialistas?
“O diagnóstico da pesquisa Quaest aponta fadiga de material no governo Lula. Ainda há tempo para reverter a tendência, mas será preciso combinar ‘entrega’ concreta de resultados econômicos e gestão de expectativas. Caso contrário, nomes como Tarcísio podem ocupar o espaço anti-lulista com eficácia inédita.”
— Dr. Ricardo Mendonça, cientista político e professor da USP
FAQ — Perguntas Frequentes
1. A pesquisa Quaest já é determinante para 2026?
Não. Ela indica tendências, mas o cenário pode mudar conforme economia, escândalos ou novas alianças.
2. Qual o principal ponto fraco de Lula segundo o levantamento?
A percepção de inflação elevada, principalmente em alimentos, corroendo renda de famílias de baixa renda.
3. Bolsonaro continua competitivo mesmo inelegível?
Sim. Sua marca política mobiliza cerca de 30% do eleitorado, que pode migrar para candidato apoiado por ele.
4. Tarcísio de Freitas é viável nacionalmente?
Os 11% iniciais mostram potencial; sua gestão em SP funcionará como vitrine. Ainda precisará conquistar Norte e Nordeste.
5. Quem ganha sem Bolsonaro na disputa?
Lula mantém liderança, mas Tarcísio cresce forte. A eleição tenderia a ser polarizada entre PT e PL novamente.
6. Há espaço para terceira via?
Pouco, segundo os dados atuais. Ciro e Tebet somam no máximo 13%. Precisariam de narrativa disruptiva para romper polarização.
7. O que pode virar o jogo a favor de Lula?
Queda consistente da inflação, juros menores, crescimento do PIB acima de 2% em 2025 e agenda positiva internacional.
8. Como as redes sociais influenciam esse cenário?
Fortemente. Algo entre 72% dos jovens declaram formar opinião política via Instagram, TikTok e YouTube.
Caixas de destaque adicionais
🔍 Insight-rápido: 43% dos evangélicos rejeitam Lula, mas apenas 29% rejeitam Tarcísio, abrindo flanco na base pentecostal.
📊 Dado-chave: Entre quem recebeu Auxílio Emergencial em 2020 e não recebe hoje o Bolsa Família, 57% consideram mudar seu voto.
🗓️ Agenda: Próxima pesquisa Quaest deve sair em junho de 2024; expectativa é medir impacto da safra recorde e do corte nos combustíveis.
Considerações Finais
Em síntese, a pesquisa Quaest revelou:
- Desgaste de Lula, com aprovação de 38%.
- Bolsonaro estável e Tarcísio em ascensão.
- Inflação continua principal dor do eleitor.
- Regiões e faixas etárias respondem de forma desigual.
- Há espaço limitado para terceira via.
Para o leitor interessado em política ou negócios, o momento é de acompanhar cada métrica de humor social, ajustar estratégias e investir em informação de qualidade. Assista ao vídeo completo no canal TV Rede Brasil, compartilhe este artigo e continue revisitando nossos conteúdos para análises atualizadas. O futuro político do Brasil se constrói agora — e começa por entender pesquisas como esta.
Créditos: Dados extraídos do vídeo “PESQUISA QUAEST VISA AS ELEIÇÕES 2026 NÃO É BOA PARA O PRESIDENTE ULA, NEM O SEU GOVERNO DIZ NEI” no canal TV REDE BRASIL.


