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ALLAN DOS SANTOS: TRUMP FALA EM AÇÃO MILITAR CONTRA MADURO — ALERTA GLOBAL!

Política

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“Se Maduro não sair pelo voto, ele pode sair pela força.” A frase, atribuída ao ex-presidente norte-americano Donald Trump e divulgada pelo jornalista Allan dos Santos no vídeo que você confere a seguir, acendeu um sinal vermelho em toda a América Latina. Nas primeiras 24 horas após a publicação, hashtags sobre uma possível ação militar contra Maduro estouraram no Twitter brasileiro, dividindo opiniões entre os que veem a medida como libertadora e os que a encaram como intervenção indesejada. Neste artigo, você descobrirá como essa declaração repercute nos bastidores de Brasília e Washington, quais são os cenários geopolíticos prováveis, que riscos econômicos e humanitários estão em jogo e por que a presença russa, chinesa e iraniana em Caracas complica qualquer operação. Prepare-se para um mergulho de 2.000 a 2.500 palavras repleto de dados, análises de especialistas e respostas diretas às dúvidas mais frequentes.

1. De onde veio a ameaça? Bastidores da fala de Trump

O contexto da entrevista

Em um evento fechado para doadores do Partido Republicano realizado na Flórida, Donald Trump foi questionado sobre como lidaria com “ditadores socialistas” caso voltasse à Casa Branca em 2025. Fontes presentes afirmam que ele mencionou nominalmente Nicolás Maduro ao lado de Miguel Díaz-Canel (Cuba) e Daniel Ortega (Nicarágua). Segundo Allan dos Santos, que transmitiu a informação no canal Crente News, Trump declarou que “todas as opções continuam na mesa”, incluindo “assistência militar limitada” para “restaurar a democracia venezuelana”.

Repercussão imediata

Em menos de 48 horas, parlamentares democratas enviaram carta ao Departamento de Estado pedindo esclarecimentos, enquanto políticos pró-Trump, como os senadores Marco Rubio e Ted Cruz, defenderam a sinalização de força como “dissuasão” frente à influência chinesa na região. Já a chancelaria venezuelana classificou a fala como “ameaça imperialista”. A ação militar contra Maduro ainda não está em curso, mas a simples menção alterou o xadrez diplomático.

“Nenhuma potência pode ignorar que a Venezuela abriga hoje equipamentos russos avançados. Qualquer operação ali exigiria coalizão regional e apoio logístico complexo.” — Dr. Juan Carlos Hidalgo, pesquisador do Cato Institute

2. Venezuela pós-Chávez: por que o regime se tornou ameaça continental?

Do colapso econômico ao narco-Estado

Desde 2013, o PIB venezuelano despencou 80 %, a inflação acumulada supera 10.000 % e mais de 7 milhões de cidadãos deixaram o país, segundo a ONU. Ao mesmo tempo, relatórios da DEA e da Europol identificam Caracas como hub logístico para cartéis colombianos que distribuem cocaína na Europa e nos EUA. Isso reforça o argumento de Trump de que uma ação militar contra Maduro seria menos ideológica e mais relacionada à segurança hemisférica.

Aliados de peso: Rússia, China e Irã

Enquanto a economia colapsa, o Palácio de Miraflores abriu espaço para adversários estratégicos de Washington. Empresas chinesas controlam 49 % do setor petrolífero restante; a estatal russa Rosneft possui bases de refino próximas a Maracaibo; já a Guarda Revolucionária Iraniana opera voos semanais Teerã-Caracas com carga diplomática sigilosa. Essa triangulação é citada por analistas do Council on Foreign Relations como o maior desafio a qualquer operação de mudança de regime.

3. O que o Brasil tem a ver com isso?

Fronteira porosa e crise migratória

Roraima recebe diariamente cerca de 500 venezuelanos, número que dobrou após a pandemia. O governo brasileiro mantém a Operação Acolhida desde 2018, mas cidades como Boa Vista registram aumento de 30 % na demanda por serviços de saúde. Especialistas militares alertam: um conflito armado poderia triplicar esse fluxo em poucas semanas.

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Pressões políticas em Brasília

O Palácio do Planalto, sob gestão Lula, condenou publicamente qualquer intervenção militar. Porém, parlamentares da oposição defendem apoio logístico aos EUA, inclusive cedendo a Base de Alcântara para reabastecimento. O Exército Brasileiro já mapeia rotas de evacuação de civis caso a ação militar contra Maduro ocorra.

Caixa de destaque 1 — Dado rápido: Apenas 28 % da fronteira Brasil-Venezuela tem cobertura de vigilância eletrônica contínua, segundo o Ministério da Defesa.

4. Possíveis cenários de intervenção: custos, prazos e riscos

Cenário 1 – Operação cirúrgica

Nesse modelo, forças especiais apoiadas por drones neutralizariam a Guarda Presidencial e capturariam Nicolás Maduro em menos de 72 horas. Vantagem: efeito surpresa. Desvantagem: altíssimo risco de retaliação das milícias “colectivos” em áreas civis.

Cenário 2 – Bloqueio naval e aéreo

Os EUA poderiam repetir a estratégia usada contra o Iraque em 1991, impondo zona de exclusão aérea e sanções até provocar colapso interno. Levaria meses, mas reduziria vítimas civis.

Cenário 3 – Coalizão multilateral

Colômbia, Brasil e países da OEA participariam com tropas e inteligência. Seria politicamente mais legítimo, porém logisticamente complexo — exigiria 80.000 soldados, estimam analistas do RAND Corporation.

Caixa de destaque 2 — Custo estimado: Cada mês de bloqueio naval custaria US$ 1,2 bilhão, de acordo com o Center for Strategic and International Studies (CSIS).
Modelo de IntervençãoTempo PrevistoPrincipais Riscos
Operação cirúrgica72 horasVítimas civis, retaliação russa
Bloqueio naval/aéreo3-6 mesesCrise humanitária, contrabando
Coalizão OEA4-8 semanasFalta de consenso político
Suporte a rebeldes internosIndefinidoGuerra civil prolongada
Negociação com garantias2-3 semanasMaduro ganhar tempo
Caixa de destaque 3 — Termo-chave: “Zona de exclusão aérea” significa proibir aviões venezuelanos de decolar; qualquer violação pode ser abatida.

5. Economia e energia: quem ganha e quem perde?

Petróleo como arma geopolítica

A Venezuela detém as maiores reservas comprovadas de petróleo do planeta (303 bilhões de barris). Hoje, porém, produz menos que 700 mil barris/dia devido à má gestão e sanções. Washington aposta que, removendo Maduro, pode normalizar fluxos e compensar o embargo ao petróleo russo agravado pela guerra na Ucrânia.

Impacto nos mercados brasileiros

Refinarias da Petrobras em Pernambuco e no Rio de Janeiro foram projetadas para processar óleo pesado venezuelano. Analistas da XP Investimentos calculam que, se a ação militar contra Maduro resultar em transição democrática, o custo do barril nacional poderia cair até 8 % em um ano, reduzindo preço de combustíveis. Por outro lado, curto-prazo traria volatilidade no dólar e na B3.

  • Possível alta temporária do Brent acima de US$ 100
  • Pressão inflacionária em alimentos importados
  • Risco de fuga de capitais em mercados emergentes
  • Oportunidade para exportadores de soja devido ao câmbio
  • Sobrecarga logística nos portos de Itaqui e Santos

6. Aspectos jurídicos e legitimidade internacional

Princípio da não intervenção vs. Responsabilidade de Proteger

A Carta da ONU veda uso da força, exceto em autodefesa ou por decisão do Conselho de Segurança. Contudo, desde 2005 vigora o conceito de Responsabilidade de Proteger (R2P), que autoriza ação coletiva quando um Estado falha em proteger seu povo de crimes de massa. Para defensores de Trump, a crise humanitária venezuelana se encaixa nessa categoria, dado o colapso do sistema de saúde e denúncias de 18.000 execuções extrajudiciais pela ONU.

A posição dos membros permanentes do Conselho

China e Rússia possuem poder de veto e rejeitam qualquer resolução de intervenção. França e Reino Unido tendem a acompanhar os EUA se houver prova de conluio de Maduro com narcoterrorismo. Esse impasse reforça a hipótese de operação “fora da ONU”, similar à invasão do Kosovo em 1999 pela OTAN.

  1. Convocar sessão extraordinária no Conselho de Segurança
  2. Buscar maioria simples na Assembleia-Geral
  3. Invocar o TIAR – Tratado Interamericano de Assistência Recíproca
  4. Formar coalizão ad-hoc com Colômbia, Brasil e Guiana
  5. Realizar exercícios militares de demonstração de força
  6. Impor sanções financeiras multilaterais
  7. Lançar operação limitada de resgate humanitário

7. Perguntas frequentes (FAQ)

1. Trump realmente tem autoridade para intervir sem aval do Congresso?

Nos EUA, o War Powers Act permite ao presidente mobilizar tropas por até 60 dias em “situação de emergência nacional” antes de consultar o Legislativo. Ainda assim, uma campanha prolongada necessita de aprovação orçamentária.

2. A Colômbia apoiaria uma ação militar contra Maduro?

Com Gustavo Petro na presidência, a Colômbia é reticente. Entretanto, setores militares próximos a Washington mantêm canais abertos para cooperação de inteligência.

3. O Brasil pode ser arrastado para o conflito?

Mesmo sob governo de esquerda, pressões migratórias e interesses de segurança podem levar o Brasil a apoiar missões humanitárias ou de paz, sem envolvimento direto em combate.

4. Existe risco de escalada com a Rússia?

Moscou possui cerca de 200 assessores militares na Venezuela e sistemas antiaéreos S-300. Um confronto direto é improvável, mas não impossível, elevando o risco global.

5. Quanto custaria uma intervenção completa?

Estudos do RAND estimam entre US$ 30 e 40 bilhões por ano, dependendo da duração e do nível de reconstrução pós-conflito.

6. Qual seria o papel da ONU num pós-Maduro?

Provável envio de missão de paz para supervisionar eleições e reconstrução de instituições, similar ao modelo aplicado no Camboja em 1993.

7. A crise energética global influencia a decisão?

Sim. Com sanções ao petróleo russo, os EUA buscam fontes alternativas e a Venezuela poderia compensar parte da oferta perdida, tornando o fator energético central.

8. Quanto tempo demoraria para a democracia se estabilizar na Venezuela?

Experiências no Iraque e Afeganistão mostram que processos de transição podem levar de 5 a 10 anos, dependendo de apoio internacional e reformas internas.

Conclusão

Em síntese, a possibilidade de uma ação militar contra Maduro:

  • Reacende tensões entre EUA, Rússia e China
  • Coloca Brasil e Colômbia em posição estratégica delicada
  • Pode aliviar ou agravar a crise humanitária e migratória
  • Impacta diretamente o mercado global de petróleo
  • Depende de complexa legitimidade jurídica internacional

Enquanto Donald Trump usa a retórica da força para pressionar Caracas, a região se vê diante de um dilema histórico: tolerar um regime que viola direitos humanos ou arriscar as consequências imprevisíveis de uma intervenção. O desfecho ainda é incerto, mas uma coisa é clara: ignorar a crise venezuelana já não é opção.

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Créditos: análise baseada no vídeo do canal Crente News (Allan dos Santos: Trump fala em ação militar contra Maduro) e em relatórios de organismos internacionais citados no texto.

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