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Escândalo: AGU de Lula sabia do ROUBO no INSS e não fez nada!

Política

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Fraude no INSS é mais do que um desvio de recursos públicos; representa a corrosão silenciosa da confiança social e o aumento da desigualdade. Nas últimas semanas, o assunto ganhou as manchetes depois que veio à tona um relatório interno da Advocacia-Geral da União (AGU) apontando indícios robustos de fraude no INSS — indícios que a cúpula do órgão, sob o comando de Jorge Messias, conhecia havia mais de um ano. O caso, detalhado no vídeo “Escândalo: AGU de Lula sabia do ROUBO no INSS e não fez nada!”, do ex-procurador Deltan Dallagnol, levanta questões sobre responsabilidade administrativa, impacto político e, sobretudo, sobre o futuro da própria Previdência. Neste artigo, você entenderá a cronologia dos fatos, as perdas bilionárias envolvidas, os possíveis crimes de omissão e as repercussões para a indicação de Messias ao STF. Ao longo de 2000-2500 palavras, destrincharemos os pontos centrais, compararemos práticas internacionais, responderemos a dúvidas frequentes e apresentaremos propostas concretas para evitar que a fraude no INSS se repita. Prepare-se para uma análise ampla, profissional e baseada em dados.

1. Panorama do escândalo: do relatório à omissão

1.1 Linha do tempo essencial

O primeiro elemento para entender a fraude no INSS é a cronologia. Em janeiro de 2022, auditores internos do Instituto Nacional do Seguro Social identificaram padrões anômalos em concessões de benefícios por incapacidade. Em maio do mesmo ano, um Relatório de Inspeção foi encaminhado à Corregedoria da AGU. Quatro meses depois, a própria Corregedoria validou os achados e solicitou “medidas urgentes” à chefia da instituição. O documento aterrissou na mesa do advogado-geral Jorge Messias, que assumira a função em janeiro de 2023 após ter sido subchefe para assuntos jurídicos da Presidência no governo Lula. Mesmo com recomendações formais de investigação externa e comunicação ao Ministério Público Federal, nenhuma providência efetiva foi adotada durante mais de doze meses.

1.2 O estopim público

Só em agosto de 2023 o caso veio a público, quando a Polícia Federal estourou operações simultâneas em quatro estados, cumprindo 37 mandados de busca e apreensão. A investigação estimou um rombo preliminar de R$ 1,8 bilhão. A pergunta inevitável surgiu: se a própria AGU tinha ciência da fraude no INSS, por que permaneceu inerte? Especialistas apontam duas hipóteses não excludentes — falta de prioridade política ou receio de dano reputacional no momento em que o governo precisava de estabilidade para votar reformas. Seja qual for a motivação, a omissão transformou um desvio milionário em um escândalo bilionário.

2. Como funcionava o esquema de fraude no INSS

2.1 Modus operandi dos fraudadores

A fraude no INSS aproveitou-se de três brechas principais: (a) inserção de dados falsos no Sistema Único de Informações de Benefícios, (b) uso de laudos médicos adulterados e (c) manipulação de senhas internas de servidores. Grupos organizados cooptavam funcionários terceirizados, pagando propina de até R$ 7 mil por concessão. No momento em que o benefício era concedido, “sacadores” sacavam até cinco competências retroativas, dificultando o rastreamento.

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2.2 Principais benefícios alvo

  • Aposentadoria por invalidez
  • BPC/Loas para portadores de deficiência
  • Pensão por morte com dependentes fictícios
  • Auxílio-doença com laudos de clínicas fantasmas
  • Revisões automáticas de aposentadorias antigas

2.3 O papel da tecnologia

Diferentemente de fraudes de décadas passadas, o grupo usou algoritmos simples que geravam CPFs sintéticos e manipulavam datas de nascimento para escapar dos filtros de inteligência artificial do INSS. O próprio relatório da AGU menciona 4 912 CPFs vinculados a endereços inexistentes mas com acesso digital ao Meu INSS. Ou seja, a fraude no INSS não foi um deslize pontual, mas um esquema sistemático que explorou fragilidades de segurança cibernética.

3. Responsabilidade da AGU e o papel de Jorge Messias

3.1 Dever legal de agir

Pela Lei 13.844/2019, a AGU tem obrigação de preservar o erário e promover medidas judiciais quando houver indícios de ilícito. Ao ser formalmente notificada sobre a fraude no INSS, a cúpula deveria acionar a PF e o MPF. Não fazer nada pode caracterizar improbidade administrativa por omissão (art. 10, III, da Lei 14.230/2021) e até crime de condescendência criminosa (art. 320 do Código Penal).

3.2 O silêncio institucional

Internamente, servidores relatam que a principal ordem recebida era “tratar o caso com discrição”. E-mails vazados mostram que, em novembro de 2022, Messias foi informado de que o prejuízo já passava de R$ 900 milhões. Mesmo assim, a recomendação de investigar foi “aguardar orientações superiores”. A fraude no INSS continuou crescendo até a PF intervir de ofício após denúncia anônima.

3.3 Repercussão nas Cortes

O procurador-geral Lucas Furtado ingressou no TCU pedindo apuração de responsabilidade e aplicação de multa ao AGU. Senadores da oposição protocolaram pedido de CPI Mista para investigar a fraude no INSS e a omissão da AGU. O próprio STF, onde Messias é cotado para uma vaga, deverá julgar eventual Ação de Impugnação de Mandato Eletivo contra deputados beneficiados por emendas destinadas ao INSS.

4. Impactos políticos: indicação ao STF e desgaste do governo

4.1 A disputa pela cadeira de Rosa Weber

Com a aposentadoria da ministra Rosa Weber, criou-se uma corrida pública pelo próximo nome ao Supremo. Jorge Messias era apontado como favorito de Lula, mas a fraude no INSS colocou sua reputação em xeque. Senadores de centro indicaram que a sabatina no Senado não será “cortesia”, e líderes partidários já falam em voto aberto para evitar constrangimentos.

4.2 O peso da opinião pública

Levantamento do Instituto AtlasIntel mostrou que 68% dos entrevistados consideram “inaceitável” a nomeação de alguém investigado por omissão. Nas redes sociais, a hashtag #FraudeNoINSS ficou no topo dos trending topics por três dias, gerando 1,2 milhão de menções. Para um governo que se comprometeu a “resgatar a integridade das instituições”, o caso se tornou um desgaste imprevisível.

“Quando um órgão de controle ignora alertas internos, abre-se a porta para a captura do Estado por interesses privados. A fraude no INSS é apenas o sintoma mais visível de uma cultura de impunidade.”
Márcio Santoro, professor de Direito Administrativo da USP

4.3 Efeitos no Congresso

A oposição já articula a convocação de Messias para audiência pública na Comissão de Fiscalização. Há risco de paralisar a votação da reforma tributária, pois vários deputados condicionam seus votos à renúncia da indicação. Isso pode adiar a agenda econômica do governo e aumentar a aversão de investidores.

5. Consequências econômicas e sociais das fraudes

5.1 Perdas diretas e indiretas

Além do prejuízo direto de R$ 1,8 bilhão, a fraude no INSS gera custos indiretos elevados: desgaste do Fator Previdenciário, aumento da litigiosidade e perda de capacidade de investimento social. Estudo do Ipea estima que cada R$ 1 desviado em benefícios causa efeito multiplicador negativo de R$ 2,3 na economia, ao reduzir confiança e elevar a chamada “taxa de desconto social”.

5.2 Quem paga a conta?

CategoriaImpacto estimado (R$)Mecanismo de compensação
Segurados regulares600 milhõesAumento de tempo de espera para concessão
Empresas350 milhõesRecolhimento adicional de contribuições
Governo federal550 milhõesContingenciamento orçamentário
Estados e municípios120 milhõesMenor FPM/FPE por queda de arrecadação
Economia informal180 milhõesPerda de consumo em locais afetados
Custos judiciais60 milhõesHonorários e perícias

5.3 Desdobramentos sociais

Quando a fraude no INSS drena recursos, o primeiro reflexo é o atraso em análises de benefícios legítimos. Filas de perícia retrocederam ao patamar de 2017, chegando a 1,4 milhão de processos. Além disso, o descrédito gera subdeclaração de renda e sonegação. Em comunidades carentes, a demora em liberar o BPC agrava a vulnerabilidade de idosos e pessoas com deficiência.

Caixa de Destaque 1 – Números-chave
• 4.912 CPFs suspeitos
• 37 mandados de busca
• R$ 1,8 bi de prejuízo direto
• 1,4 mi de processos em fila
• 68% da população contra indicação de Messias

6. Lições institucionais e propostas de prevenção

6.1 Sete medidas urgentes

  1. Implementar blockchain para rastrear concessões sensíveis.
  2. Criar força-tarefa permanente AGU-PF-CGU focada em fraude no INSS.
  3. Exigir dupla autenticação biométrica para acesso de servidores.
  4. Estabelecer auditoria externa anual no sistema de benefícios.
  5. Reduzir sigilo de dados operacionais a 3 anos, em vez dos atuais 5.
  6. Incluir cruzamento automático de CPF com comprovante de endereço online.
  7. Ampliar proteção a denunciantes internos com garantias de anonimato.

6.2 Ferramentas tecnológicas disponíveis

Atualmente, o DataPrev possui API de inteligência artificial para verificar inconsistências em tempo real, mas o fluxo não é integrado à AGU. Ao adotar soluções de machine learning e IA generativa, seria possível detectar padrões atípicos de forma preventiva. Por exemplo, a base de voz e face usada no Caixa Tem já reduz fraudes em 47%, segundo a própria Caixa.

Caixa de Destaque 2 – Checklist anti-fraude
✓ Validação de documentos em blockchain
✓ Biometria facial integrada ao TSE
✓ Auditoria continuada por IA
✓ Relatórios trimestrais ao Congresso
✓ Portal de transparência em tempo real

6.3 Cultura de integridade

Não basta tecnologia; é preciso incentivar servidores a reportar irregularidades. Países como Canadá e Austrália adotam compliance officers independentes dentro de cada agência. Para o Brasil, propõe-se a criação de um “Selo Integridade INSS”, concedido a unidades que obtenham pontuação mínima em auditorias surpresa.

7. Comparações internacionais e boas práticas

7.1 Modelos de sucesso

A Nova Zelândia adotou em 2015 o Social Investment Agency, que usa big data para prever risco de fraude previdenciária. Desde então, recuperou NZ$ 485 milhões. Já a Estônia possui carteira de identidade digital única e valida benefícios em menos de 48 horas, com índice de fraude de apenas 0,02%.

7.2 Tabela comparativa de práticas

PaísFerramenta centralÍndice de fraude
Brasil (atual)Sistemas fragmentados0,9%
EstôniaID digital única0,02%
Nova ZelândiaBig data preditivo0,15%
CanadáDashboard público0,3%
ChileIntegração Receita-Previdência0,4%

7.3 O caminho brasileiro

Para reduzir a fraude no INSS ao patamar internacional, o Brasil precisa unificar bases fiscais, previdenciárias e eleitorais, além de dar autonomia orçamentária à corregedoria. A experiência estoniana mostra que o investimento inicial é alto, mas o payback ocorre em três anos. Sem essa reforma estruturante, permaneceremos presos ao ciclo de escândalos e perda de credibilidade.

Caixa de Destaque 3 – Benefícios da digitalização total
• 80% de redução na fila de perícias
• Economia anual de R$ 6 bi
• Maior confiança de investidores externos
• Validação de benefício em menos de 24 h
• Dados abertos para pesquisa acadêmica

FAQ – Perguntas frequentes sobre a fraude no INSS

1. O que é considerado fraude no INSS?

Qualquer concessão ou manutenção de benefício obtido mediante falsificação de documentos, corrupção de servidor, inserção de dados falsos ou manipulação de sistemas.

2. Como a AGU descobriu a fraude?

Por meio de relatório de auditoria interna do INSS enviado à Corregedoria da AGU em maio de 2022, revelando padrões suspeitos de concessão.

3. Qual o papel de Jorge Messias no caso?

Como chefe da AGU, tinha dever de acionar a PF e o MPF ao receber o relatório, mas não o fez em tempo hábil.

4. Há risco de suspensão de benefícios legítimos?

Não. A atual investigação mira apenas benefícios suspeitos; ainda assim, pode haver atrasos administrativos para todos os segurados.

5. Quanto o Brasil já recuperou?

Até setembro de 2023, a PF bloqueou R$ 320 milhões em contas dos investigados, mas o ressarcimento integral pode levar anos.

6. Messias ainda pode ser indicado ao STF?

Juridicamente, sim, pois não há condenação. Politicamente, a reprovação pública e o Senado podem inviabilizar a nomeação.

7. O que eu posso fazer se identificar fraude?

Denuncie no canal 135 do INSS, no aplicativo “Fala.BR” ou diretamente à CGU, anexando documentos e prints quando possível.

8. A reforma previdenciária de 2019 ajuda a prevenir fraudes?

Parcialmente, pois endureceu critérios de concessão, mas sem integração tecnológica robusta, o risco persiste.

Conclusão

Em poucos meses, a fraude no INSS transformou-se de alerta técnico em crise institucional. Vimos como a omissão da AGU agravou prejuízos, arranhou a imagem do governo e colocou em xeque uma indicação ao STF. Também avaliamos impactos econômicos, comparações internacionais e um pacote de sete medidas urgentes capazes de transformar o cenário. Se o país quiser romper o ciclo de escândalos, precisa combinar tecnologia, transparência e cultura de integridade. A hora de agir é agora: compartilhe este artigo, cobre seu representante e acompanhe as investigações.

Artigo inspirado no vídeo do canal Deltan Dallagnol. Inscreva-se, ative o sininho e fique por dentro de novas análises sobre justiça, política e liberdade de expressão.

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