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Trump anuncia ofensiva terrestre contra redes de tráfico ligadas à Venezuela

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A ofensiva terrestre anunciada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra redes de tráfico ligadas à Venezuela recolocou o tema da segurança hemisférica no centro do debate global. Nas primeiras 100 palavras deste artigo você já encontrou a expressão-chave “ofensiva terrestre” — ela guiará toda a análise. Nos próximos minutos, você descobrirá como a iniciativa se encaixa no tabuleiro geopolítico, quais são os interesses envolvidos, que impactos podem atingir o Brasil e por que especialistas acreditam que o anúncio pode redefinir o combate ao narcotráfico na América Latina. Prepare-se para uma jornada informativa de 2 000 a 2 500 palavras, repleta de dados, exemplos práticos, listas, tabelas comparativas e respostas às perguntas que mais circulam nos gabinetes de Brasília a Washington.

Contexto geopolítico da ofensiva terrestre

Evolução das tensões EUA-Venezuela

Desde 2015, quando Barack Obama declarou a Venezuela uma “ameaça incomum e extraordinária” à segurança norte-americana, a relação bilateral entrou em espiral descendente. A ofensiva terrestre, agora prometida por Trump em discurso recente, é o capítulo mais contundente de uma história marcada por sanções econômicas, congelamento de ativos e acusações de apoio estatal venezuelano ao narcotráfico. Para muitos analistas, a virada começou em 2018, quando o Departamento de Justiça dos EUA incluiu altos oficiais do regime chavista—entre eles o então vice-presidente Diosdado Cabello—em processos por tráfico de cocaína rumo a portos norte-americanos.

Impacto regional

No tabuleiro latino-americano, a Venezuela exerce influência sobre grupos como o ELN colombiano e facções brasileiras que atuam na Tríplice Fronteira. Ao prometer uma ofensiva terrestre, Trump sinaliza que a tolerância chegou ao limite. A presença de bases militares dos EUA em Aruba, Curaçao e Colômbia facilita o eventual deslocamento de tropas, algo que inquieta Caracas e seus aliados, entre eles Rússia, Irã e Cuba. A magnitude do anúncio se mede pelo efeito dominó nas rotas de cocaína: se o corredor venezuelano for fechado, as cargas podem ser redirecionadas para o Brasil, elevando a pressão sobre as forças de segurança locais.

Destaque: Segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), 58% da cocaína apreendida no Caribe entre 2021 e 2023 tinha origem comprovada em laboratórios venezuelanos ou colombianos instalados em território controlado por forças leais a Nicolás Maduro.

O que significa uma ofensiva terrestre na prática

Capacidades militares envolvidas

Uma ofensiva terrestre não se resume à movimentação de blindados; implica logística integrada, cobertura aérea e inteligência em tempo real. O Comando Sul (SOUTHCOM) dispõe de 1 200 militares permanentes na região caribenha, com suporte de navios da 4ª Frota. Articula-se o uso de veículos anfíbios, drones MQ-9 Reaper voltados para reconhecimento e forças especiais treinadas em guerra irregular. Além disso, estão cotados contratistas privados — elementos presentes na Doutrina Trump que terceiriza parte dos riscos e confere flexibilidade política.

Operações conjuntas com países vizinhos

A Casa Branca já sinalizou que Colômbia, Guiana e, em menor grau, Brasil podem ser convidados a apoiar a ofensiva terrestre compartilhando inteligência de fronteira. Aqui entram acordos como o Colombia Strategic Roadmap 2023-2027, que prevê exercícios combinados para cortar rotas de narcóticos. Na prática, tropas norte-americanas não precisam cruzar a fronteira venezuelana; basta criar “bolsões de contenção” em corredores críticos, pressionando finan­ceiramente os cartéis.

  • Saturação de patrulhas fluviais no rio Orinoco.
  • Bloqueio de pistas clandestinas usadas por aviões leves.
  • Interdição marítima com navios de combate litorâneo (LCS).
  • Operações de cyber-intel contra contas bancárias dos traficantes.
  • Reforço de radares aerotransportados E-3 Sentry em rotas de saída.
Destaque: Os EUA estimam em US$ 1,3 bilhão o faturamento anual do chamado “Cartel de Los Soles”, facção militar venezuelana que, segundo o DEA, cobra pedágio de até US$ 1 000 por quilo de cocaína que transita pelo país.

Redes de tráfico ligadas à Venezuela: estrutura e modus operandi

De cartéis a coletivos armados

A ofensiva terrestre se justifica pelo enraizamento das redes criminosas em instituições do Estado venezuelano. O “Cartel de Los Soles” reúne generais, governadores e chefes de coletivos bolivarianos. Já o ELN e dissidências das FARC atuam como força terceirizada, protegendo laboratórios na selva amazônica. A engrenagem combina corrupção, lavagem de dinheiro via criptomoedas e suporte logístico de empresas estatais—como a PDVSA, acusada de usar navios-tanques para transportar cocaína misturada ao petróleo.

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Rotas preferenciais

Existem quatro grandes eixos de escoamento: Caribe, Rota Guiana-Suriname, Corredor Amazônico e Ponte Aérea até a África Ocidental. Em todos eles, a Venezuela oferece portos “amigos”, pistas clandestinas e proteção militar. O mapa abaixo sintetiza as características principais.

RotaMeio de transportePonto de destino
CaribeGo-Fast BoatsRep. Dominicana / Porto Rico
Guiana-SurinameCaminhões via Estrada Linden-LethemPorto de Paramaribo
AmazônicaHidroaviões e balsasTabatinga (BR) e Iquitos (PE)
Ponte Aérea ÁfricaJatos executivosCabo Verde / Guiné-Bissau
PacíficaSubmarinos semissubmersíveisGuatemala / México

“A fusão entre Estado e crime organizado na Venezuela criou um ambiente de impunidade em que a ofensiva terrestre emerge como única forma de dissuasão real.”
Dr. Juan Carlos Hidalgo, pesquisador do Cato Institute para América Latina

Reação internacional e possíveis consequências

Aliados de Washington

Países como Colômbia, Equador e até o Reino Unido — que mantém o Território Ultramarino de Montserrat no Caribe — tendem a apoiar a ofensiva terrestre. O argumento principal é a autoproteção: em 2022, mais de 40% da cocaína apreendida em portos europeus chegou via Caribe. Programas de cooperação, como o Caribbean Basin Security Initiative, devem turbinar o envio de equipamentos de vigilância.

Alianças de Caracas

Em contraponto, Rússia e Irã podem fornecer sensores antiaéreos e drones Kamikaze ao governo Maduro, elevando o risco de incidentes. A China, embora discreta, possui US$ 19 bilhões em créditos junto à PDVSA e não deseja instabilidade que agrave o calote. Já o México mantém posição ambígua, temendo que um conflito regional empurre mais migrantes para sua fronteira norte.

  1. Possível escalada retórica no Conselho de Segurança da ONU.
  2. Sanções adicionais a empresas que abastecem o regime com diesel.
  3. Deslocamento de refugiados para a Colômbia (projeção: +500 mil).
  4. Repreensão diplomática da CELAC, que prioriza solução pacífica.
  5. Aumento do prêmio de risco de títulos da dívida venezuelana.
  6. Recompensa oferecida pelo DEA por líderes do “Cartel de Los Soles”.
  7. Intensificação de ataques cibernéticos pró-Maduro a portais ocidentais.
Destaque: Estudo da Universidade de Georgetown projeta que uma operação de 90 dias no Caribe custaria US$ 580 milhões aos EUA — valor inferior ao gasto anual com internados por overdose de fentanil em Miami-Dade, estimado em US$ 720 milhões.

Riscos, oportunidades e cenários prospectivos

Cenário otimista

Nesse quadro, a ofensiva terrestre força a negociação: Maduro cede espaço para observadores internacionais, entrega oficiais ligados ao tráfico e aceita eleições monitoradas. As rotas de cocaína se deslocam para mercados menos lucrativos, reduzindo a rentabilidade dos cartéis. ONGs como a International Crisis Group defendem esse caminho, lembrando do precedente colombiano, no qual o Plano Colômbia precedeu acordo de paz parcialmente bem-sucedido.

Cenário pessimista

Alternativamente, o regime venezuelano endurece, permitindo que milícias assumam o controle de zonas fronteiriças. A guerra convencional dá lugar a confronto de baixa intensidade, semelhante ao Afeganistão na década de 2000. Nesse ambiente, o Brasil se veria diante de novos desafios de segurança pública, pois facções como PCC e CV tentariam cooptar rotas amazônicas. O efeito colateral seria a militarização de reservas indígenas, criando tensões com líderes locais.

  • Elevação do preço internacional da gasolina na costa leste dos EUA.
  • Risco de apreensões “colaterais” de navios civis em águas internacionais.
  • Desvalorização do bolívar, alimentando hiperinflação.
  • Deterioração ambiental por queima de poços de petróleo.
  • Pressão migratória sobre Roraima e Amazonas.

Liçōes para o Brasil e para a América Latina

Integração de inteligência regional

O anúncio da ofensiva terrestre é aviso claro de que operações isoladas já não bastam. Para o Brasil, que compartilha 2 199 km de fronteira com a Venezuela, é vital integrar informações de PF, Exército e Itamaraty e participar de redes como a Interpol I-24/7. Exemplos práticos vêm do SISFRON, sistema de monitoramento que, quando plenamente instalado, cobrirá 100% da Faixa de Fronteira. A cooperação com EUA pode acelerar a entrega de sensores Optex.

Fortalecimento das fronteiras

Além do aparato tecnológico, o Brasil precisa endereçar vulnerabilidades sociais que atraem o crime organizado. Investimentos em infraestrutura de Boa Vista a Pacaraima reduzem a dependência de rotas clandestinas. Paralelamente, programas de emprego para migrantes venezuelanos — como a Operação Acolhida — diminuem o aliciamento por facções. Em suma, a ofensiva terrestre pode virar oportunidade para modernizar a arquitetura de segurança regional.

“A América do Sul nunca mais será a mesma depois dessa ofensiva terrestre; ou colaboramos de forma integrada, ou veremos o crime transnacional ultrapassar a capacidade estatal.”
General Augusto Heleno (r.), ex-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional do Brasil

FAQ — Perguntas frequentes sobre a ofensiva terrestre

1. Trump ainda tem autoridade para ordenar uma ofensiva?

Legalmente, não. Porém, como pré-candidato, ele pode influenciar o Congresso e agências federais a estruturar planos que prossigam caso retorne ao poder.

2. A ofensiva terrestre violaria o direito internacional?

Depende. Se houver convite formal de um governo aliado limítrofe, o princípio de consentimento legitima a ação. Caso contrário, caberia discutir no Conselho de Segurança.

3. Quais seriam os objetivos estratégicos imediatos?

Interditar rotas-chave, apreender bens de oficiais corruptos e capturar líderes do “Cartel de Los Soles”.

4. Como o Brasil pode ser afetado economicamente?

A médio prazo, aumento do fluxo migratório e desvio de rotas de tráfico podem elevar custos de policiamento e saúde pública.

5. Há risco de confronto direto entre EUA e Rússia?

Baixo, mas não nulo. A presença de assessores militares russos em bases venezuelanas é limitada; ainda assim, incidentes aéreos não podem ser descartados.

6. O que diferencia essa ofensiva de outras operações antinarcóticos?

A combinação de ação militar terrestre explícita com núcleo de contratistas privados, algo incomum em missões hemisféricas.

7. Por que o Caribe é tão estratégico?

É a porta de entrada natural para o mercado norte-americano e europeu; 80% das apreensões de cocaína no Atlântico Norte passam pela região.

8. Como isso impacta o acordo de petróleo entre EUA e Venezuela?

Qualquer escalada colocaria em xeque licenças de importação concedidas a empresas norte-americanas, pressionando o mercado de energia.

Conclusão

Em síntese:

  • A ofensiva terrestre de Trump reabre o debate sobre segurança hemisférica.
  • Redes de tráfico ligadas à Venezuela controlam rotas críticas de cocaína.
  • O impacto regional pode afetar diretamente o Brasil em termos de migração e crime.
  • Reações internacionais variam de apoio entusiástico a condenação explícita.
  • Cenários otimistas e pessimistas dependem da cooperação multilateral.

Ficou claro que, diante da complexidade do tema, nenhum país pode agir isoladamente. Se você quer acompanhar cada movimento dessa história — da preparação logística à diplomacia nos bastidores — assine a Revista Oeste e mantenha-se atualizado com análises exclusivas. Agradecimentos ao canal Revista Oeste pelo conteúdo que inspirou este artigo. Até a próxima leitura!

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