O rapper Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, teve a prisão confirmada em audiência de custódia no Rio de Janeiro após se apresentar à Polícia Civil em 21 de julho. O artista é investigado por tráfico de drogas, associação para o tráfico, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. O caso reacendeu o debate sobre a prática estadual de direcionar detentos a unidades penitenciárias conforme a facção criminosa à qual dizem pertencer.
Acusações e operação policial
A prisão de Oruam ocorreu depois de operação da Polícia Civil em sua residência, onde agentes procuravam um menor suspeito de participação em roubos de veículos. Segundo a corporação, no imóvel foram recolhidos elementos que vinculam o músico ao Comando Vermelho (CV). As autoridades mencionam que o cantor já havia sido alvo de duas operações em 2025 relacionadas à busca de foragidos do CV. Oruam é filho de Marcinho VP, apontado como liderança da mesma organização.
Durante coletiva, o secretário da Polícia Civil do Rio, Felipe Curi, classificou o artista como “criminoso” e afirmou que sua atuação vai além da música, envolvendo-se diretamente com o tráfico. Pelas redes sociais, o rapper contestou o enquadramento policial e alegou perseguição por conta de suas letras.
Separação de presos por facções no sistema fluminense
No Rio de Janeiro, o Departamento de Administração Penitenciária (Seap) adota a política de separar internos conforme a facção declarada. Detentos ligados ao Comando Vermelho, Terceiro Comando Puro ou milícias são distribuídos em alas ou presídios distintos, com o objetivo de prevenir confrontos e retaliações dentro das unidades.
Críticos argumentam que a medida fortalece a influência dos grupos criminais e dificulta a ressocialização, enquanto defensores sustentam que a estratégia reduz episódios de violência nos pavilhões. A discussão ganhou novo fôlego após a prisão de Oruam, já que o destino do artista no sistema penitenciário depende dessa triagem faccional.


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Imagem: David de Tarso via jovempan.com.br
Até o momento, a Seap não se pronunciou sobre o eventual encaminhamento do rapper nem sobre críticas à política de segregação. A defesa de Oruam também não enviou manifestação pública.
Contexto e próximos passos
A audiência de custódia manteve o mandado de prisão temporária, e o inquérito policial segue em andamento. Caso o Ministério Público apresente denúncia e o Judiciário aceite, Oruam poderá responder pelos sete crimes em regime fechado.
A repercussão do caso trouxe à tona questionamentos sobre critérios de segurança pública, liberdade artística e a linha tênue entre manifestação cultural e apologia ao crime. Enquanto autoridades reforçam o caráter investigativo das operações, parte do público acompanha o desenrolar do processo e a discussão em torno da organização prisional no estado.
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