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Michelle Bolsonaro denuncia perseguição religiosa e confronta STF em manifestação na Paulista

Política

São Paulo — Em ato público realizado na Avenida Paulista neste domingo (7), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou estar sendo alvo de perseguição à sua liberdade religiosa e classificou as medidas do Supremo Tribunal Federal (STF) contra seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, como parte de uma “ditadura judicial”. A dirigente nacional do PL Mulher discursou por cerca de 15 minutos ao lado do pastor Silas Malafaia e de milhares de apoiadores.

Críticas diretas ao STF e menção à “ditadura judicial”

Logo no início da fala, Michelle direcionou críticas ao STF, citando especificamente o ministro Alexandre de Moraes, responsável por decisões que impuseram prisão domiciliar a Bolsonaro. “Eu sei que nossa nação vai ser livre dessa ditadura judicial”, declarou, emocionada. Ao comentar a situação do marido, apontou que o ex-presidente está “amordaçado dentro de casa”, portando tornozeleira eletrônica e sem ter sido julgado.

Segundo a ex-primeira-dama, agentes de segurança vigiam até mesmo os muros vizinhos da residência do casal em Brasília para controlar os movimentos do ex-chefe do Executivo. “É muita humilhação que estamos sofrendo, muita maldade que estão fazendo com a gente”, reforçou, descrevendo o momento como de perseguição e cerceamento de liberdades.

Denúncia de restrições a cultos domésticos

Michelle relatou ainda que enfrenta limitações para exercer práticas de fé em sua própria casa. De acordo com ela, um pedido para realizar cultos domésticos foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes. “Eu estou tendo minha liberdade religiosa perseguida. Não posso fazer um culto religioso, porque ele não permitiu”, afirmou ao pastor Silas Malafaia, solicitando que as “petições sejam liberadas” para que irmãos de fé possam acompanhá-la em momentos de oração.

Com referências bíblicas intercaladas, a ex-primeira-dama destacou que confia no “verdadeiro juiz” e que, na visão dela, a justiça divina prevalecerá. Michelle também convocou os presentes a intercederem pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pelos “presos políticos” mencionados durante o ato.

Ausência de Bolsonaro e reprodução de áudio simbólico

Embora Jair Bolsonaro não estivesse na Paulista, Michelle fez questão de apresentar um áudio antigo do marido, retirado da internet, em que ele brada “Deus, pátria, família e liberdade”. Segundo ela, a escolha do material buscou reforçar que a gravação não foi preparada para a manifestação, evitando qualquer descumprimento de decisões judiciais.

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A ex-primeira-dama descreveu-se como mãe, esposa e presidente do PL Mulher, afirmando que dedica cuidados ao ex-presidente em todas essas frentes. “Se temos esse exército de homens e mulheres de bem nas ruas, defendendo a verdadeira democracia, é porque Deus levantou essa nação”, completou, recebendo aplausos do público.

Apelo à mudança de postura no Judiciário

Dirigindo-se diretamente a Alexandre de Moraes, Michelle pediu “arrependimento” e declarou que “Deus perdoará” o ministro se ele “deixar o pecado de lado”. O tom reforçou a mensagem central do ato, que concentrou críticas a decisões recentes do STF e defendeu a anistia de investigados em processos relacionados a manifestações pró-Bolsonaro.

O evento na Paulista reuniu lideranças políticas alinhadas à direita, parlamentares do PL e simpatizantes do ex-presidente. Faixas e cartazes pedindo “Liberdade para Bolsonaro” e protestando contra o Judiciário foram presença constante ao longo da via.

Contexto político e mobilização da direita

A manifestação ocorreu numa data simbólica, marcada pelo Dia da Independência. Nas palavras de Michelle, o 7 de Setembro “representa independência também do medo” e foi escolhido para evidenciar, segundo ela, o que considera abusos de poder. Ao longo da semana anterior, diferentes grupos de direita haviam convocado apoiadores para atos simultâneos em capitais do país, mas o principal foco concentrou-se na capital paulista.

Parlamentares pró-Bolsonaro presentes reforçaram o discurso de resistência e defenderam uma ampla anistia aos investigados. A pauta vem ganhando força no Congresso, especialmente entre bancadas conservadoras, que veem nos inquéritos do STF um “excesso de judicialização” sobre temas políticos.

Enquanto isso, setores da esquerda classificam as manifestações como tentativa de pressionar o Supremo e de enfraquecer a independência entre os Poderes. Até o momento, o STF não se pronunciou oficialmente sobre as declarações da ex-primeira-dama.

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Em síntese, o ato liderado por Michelle Bolsonaro reforçou a narrativa de perseguição judicial e a preocupação com a liberdade religiosa. A mobilização evidencia o fôlego de segmentos conservadores e deve manter a pressão sobre o STF nos próximos meses. Siga-nos para receber atualizações e compartilhar a notícia com quem se interessa pelo cenário político brasileiro.

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