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CPMI do INSS avança e promete escândalo maior que Lava Jato

Política

Brasília, 15 set. 2025 – A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes bilionárias no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) retoma os trabalhos nesta segunda-feira com o depoimento aguardado de Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como operador do esquema que desviou recursos destinados a aposentados, idosos e crianças com doenças graves.

Depoimento decisivo e suspeita de conivência interna

Conhecido nos bastidores como “careca do INSS”, Antunes aceitou falar aos parlamentares para, segundo sua defesa, “esclarecer os fatos”. Ele não ocupa cargo público, mas atuava em parceria com Maurício Camisote, já preso pela Polícia Federal (PF). Investigadores destacam que a dupla não poderia ter movimentado valores expressivos sem apoio de servidores ou dirigentes dentro da Previdência.

Estima-se que o rombo alcance bilhões de reais, afetando milhões de beneficiários. Durante as buscas, a PF apreendeu um Bentley e uma Ferrari, símbolos do padrão de vida financiado com recursos públicos. A principal beneficiária seria a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos, entidade que agora figura no centro das quebras de sigilo bancário e fiscal.

O inquérito ganhou velocidade após passar ao ministro André Mendonça, sorteado relator no Supremo Tribunal Federal (STF). Antes disso, todos os procedimentos estavam retidos por solicitação do ministro Dias Toffoli, fato que gerou contestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Com a redistribuição, dois investigados foram presos e um advogado teve ordem de detenção negada por Mendonça.

Comparação com Lava Jato e Mensalão

Parlamentares afirmam que o caso pode superar em dimensão a Lava Jato e o escândalo do Mensalão. Além do montante, chama atenção a diversidade de vítimas: idosos de baixa renda, portadores de doenças raras e dependentes de benefícios assistenciais. Se confirmados todos os indícios, o esquema teria operado por vários anos, driblando controles internos e sistemas eletrônicos do INSS.

O depoimento desta segunda-feira tende a revelar a cadeia de comando e os supostos padrinhos políticos. Entre as linhas de investigação estão:

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  • Identificação de servidores que facilitaram o acesso a dados e autorizações;
  • Rastreamento de contas offshore usadas para ocultar recursos;
  • Ligação com agentes públicos responsáveis pela liberação de pagamentos;
  • Fluxo financeiro entre a associação e empresas de fachada.

Relatores da CPMI pretendem cruzar informações da Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e Tribunal de Contas da União (TCU) para formatar o relatório parcial ainda neste semestre.

Repercussão política e defesa do governo

Enquanto a CPMI expõe possíveis falhas de fiscalização estatais, o presidente Lula publicou artigo no jornal New York Times elogiando o STF por condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro pelos atos de 8 de janeiro de 2023. No texto, Lula classificou a decisão da Corte como demonstração de “solidez institucional” e criticou a postura do ex-presidente norte-americano Donald Trump, a quem atribuiu tentativa de proteger Bolsonaro por meio de barreiras tarifárias e da Lei Magnitsky.

No mesmo artigo, Lula defendeu a proposta de regulação das redes sociais e rejeitou a acusação de censura. Alegou que a medida visa coibir práticas ilícitas e discursos de ódio. O tema volta a dividir o Congresso, que ainda não definiu calendário para votar o projeto de lei.

Clima de tensão nas redes

O debate sobre discurso de ódio ganhou novo capítulo após internautas comemorarem o ferimento do comentarista americano Charlie Kirk, atingido por disparo que tinha como alvo sua cabeça. Parlamentares favoráveis à CPMI condenaram a celebração pública do atentado, observando que a intolerância política extrapola fronteiras e pode incentivar violência no país.

Em universidades federais, estudantes relatam hostilidade contra quem veste cores verde e amarela ou símbolos ligados ao conservadorismo. Professores mencionam episódios de boicote, cartazes ofensivos e constrangimento em sala de aula, indicando que a polarização ideológica permanece forte nos campi.

Próximos passos da investigação

A agenda da CPMI prevê, além do depoimento de Antunes, oitivas de servidores e ex-gestores do INSS, quebra de sigilo de empresas de consultoria previdenciária e pedidos de cooperação internacional para rastrear o dinheiro enviado ao exterior. Relacionado ou não a possíveis conivências, cada novo depoimento tem potencial para ampliar o alcance do escândalo.

Como lembram integrantes da comissão, os prejuízos vão além dos cofres públicos; atingem diretamente o equilíbrio atuarial da Previdência, pressionando contribuintes e beneficiários legítimos. A expectativa é de que o relatório final recomende mudanças estruturais nos sistemas de concessão e monitoramento de benefícios.

Para acompanhar a tramitação de projetos de lei ligados a Previdência e transparência, acesse a seção de política em nosso portal clicando aqui.

Em síntese, a CPMI do INSS pode se transformar no maior escândalo de corrupção da última década, reunindo elementos de grandes operações anteriores e testando a capacidade de fiscalização do Estado. Siga acompanhando nossas atualizações e fique informado sobre os próximos capítulos.

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