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Trump encerra USAID e transfere ajuda humanitária ao Departamento de Estado

Política

Washington, 7 de julho de 2025 – A Casa Branca oficializou o encerramento das atividades da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e determinou que as ações de ajuda externa passem a ser conduzidas diretamente pelo Departamento de Estado. A medida provocou reação imediata de figuras públicas como os ex-presidentes Barack Obama e George W. Bush, além do músico Bono Vox, que criticaram publicamente a decisão.

Encerramento motivado por denúncias de uso político

Segundo o governo Donald Trump, auditorias internas e investigações conduzidas nos últimos dois anos apontaram que a USAID destinava parte significativa de seu orçamento – estimado em US$ 39 bilhões no último exercício – a organizações não governamentais vinculadas a causas de identidade de gênero e a projetos de “controle da desinformação” em redes sociais. Para a atual administração, esses repasses configuravam “politicagem disfarçada de humanitarismo”.

Relatórios divulgados pelo gabinete presidencial indicam que, sob o rótulo de promoção de valores democráticos, a agência financiou manuais e ferramentas destinados a monitorar e rotular conteúdos on-line considerados “impróprios”. A apuração contou com apoio técnico de equipes ligadas a Elon Musk, proprietário da plataforma X (antigo Twitter), que forneceu dados sobre convênios internacionais focados em vigilância digital.

O porta-voz da Casa Branca, Mark Whitman, afirmou que “recursos do contribuinte não podem ser utilizados para interferir no debate público global” e classificou a mudança como “restauração da finalidade original de auxílio emergencial”. Pela determinação, todos os programas de saúde, segurança alimentar e resposta a desastres serão reavaliados e, se considerados essenciais, migrarão para a estrutura do Departamento de Estado.

Reações internas e projeções alarmistas

A decisão levou Barack Obama, George W. Bush e Bono Vox a divulgarem comunicado conjunto declarando que a extinção da USAID “colocará milhões de vidas em risco”. Em entrevistas subsequentes, analistas favoráveis aos ex-presidentes citaram projeções que variam de 300 mil a 14 milhões de mortes supostamente atribuíveis à interrupção dos programas atuais. A Casa Branca rebateu, classificando os números como “estimativas sem base empírica”.

Em participação no podcast do comentarista Joe Rogan, Bono Vox disse que “centenas de milhares de pessoas podem morrer” caso a estrutura anterior não seja restabelecida. Questionado sobre a metodologia utilizada, o cantor admitiu tratar-se de uma “projeção preliminar”. O Departamento de Estado informou que apresentará um plano de transição em até 90 dias, comprometendo-se a priorizar regiões afetadas por conflitos armados e crises de fome.

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Transição para o Departamento de Estado

De acordo com a ordem executiva assinada por Trump, funcionários de carreira da agência serão realocados para a Secretaria de Assuntos Humanitários, nova divisão criada no órgão diplomático. A administração pretende reduzir despesas administrativas e concentrar a execução dos projetos em embaixadas e consulados, eliminando estruturas paralelas em Washington.

Especialistas em orçamento do Capitol Hill estimam que a medida poderá gerar economia anual de até US$ 4 bilhões, valor que, segundo o governo, será redirecionado a missões de resposta rápida em catástrofes naturais. Parlamentares democratas anunciaram que tentarão barrar partes da reestruturação em comissões da Câmara, enquanto líderes republicanos afirmaram que “o excesso burocrático da USAID se tornou insustentável”.

Imprensa e opinião pública

Veículos tradicionais norte-americanos publicaram críticas ao fechamento da agência, classificando a iniciativa como “retrocesso humanitário”. O New York Times comparou a decisão a uma “terra arrasada na cooperação internacional”. Em contraponto, colunistas alinhados ao Partido Republicano destacaram os indicadores socioeconômicos positivos obtidos no primeiro mandato de Trump e argumentaram que o histórico demonstra compromisso com as camadas mais pobres.

Nas redes sociais, a hashtag #SaveUSAID foi impulsionada por ONGs internacionais, enquanto perfis conservadores celebraram o que chamam de “fim da máquina de financiamento woke”. Pesquisas de opinião divulgadas pela Rasmussen Reports indicaram divisão do eleitorado: 48 % aprovam a mudança, 44 % são contrários e 8 % não têm posição definida.

Próximos passos

O Departamento de Estado deverá apresentar relatório detalhado ao Congresso em setembro, especificando cronograma de encerramento de contratos, salvaguardas para projetos de saúde pública em andamento e novo modelo de prestação de contas. Até lá, repasses a organizações externas estão suspensos, exceto em casos de emergência declarada.

Analistas do mercado de doações internacionais aguardam definição sobre como ficarão os acordos multilaterais firmados pela USAID no âmbito da ONU. O governo respondeu que “todos os compromissos serão honrados, desde que alinhados ao interesse estratégico e econômico dos Estados Unidos”.

Em resumo, o fechamento da USAID reflete o esforço da atual administração em redefinir políticas de auxílio externo e restringir o uso de verbas públicas a ações estritamente humanitárias, afastando a influência de grupos ideológicos. A eficácia do novo modelo será testada nos próximos meses, quando o Departamento de Estado assumir a totalidade das operações.

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