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Carlos Bolsonaro cobra reação da direita após 60 dias de prisão de Jair Bolsonaro

Política

Brasília — A quase dois meses da detenção do ex-presidente Jair Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) voltou a pressionar o Supremo Tribunal Federal e lideranças conservadoras. Em publicação na rede social X, nesta segunda-feira (29), ele classificou o período de encarceramento e monitoramento eletrônico do pai como “tortura” e criticou o “silêncio” de políticos que se apresentam como de direita.

Cobrança direta ao STF e à classe política

No texto divulgado, Carlos Bolsonaro recordou que Jair Bolsonaro permanece privado de liberdade “há quase 60 dias”, além de carregar tornozeleira eletrônica pelo mesmo período. Segundo o vereador, o ex-presidente está “incomunicável, censurado nas redes sociais e vigiado por agentes do Estado 24 horas por dia”.

O parlamentar atribuiu a situação ao que chama de “abusos” do ministro relator do processo no Supremo. Sem mencionar o nome do magistrado, Carlos afirmou que o integrante da Corte “não cumpre a lei ao não soltar o último presidente do Brasil, já que ele sequer foi denunciado”. Para o filho do ex-chefe do Executivo, a conduta converte o Estado Democrático de Direito “em piada de mau gosto”.

A mensagem incluiu crítica frontal a parlamentares, governadores e dirigentes partidários alinhados à direita que, na avaliação do vereador, permanecem omissos. “Esse silêncio se soma ao sistema para aniquilar Jair Bolsonaro e lucrar com sua morte”, escreveu.

Denúncia de tortura e perseguição

Na mesma publicação, Carlos Bolsonaro elevou o tom ao dizer que o tratamento dispensado ao pai “configura tortura”. Lembrou a facada sofrida durante a campanha de 2018, apontando que a perseguição “é implacável desde 2019”. O parlamentar acrescentou que, durante recente pós-operatório de mais de 12 horas, Jair Bolsonaro recebeu visita de oficial de justiça, o que teria elevado sua pressão arterial.

O vereador enumerou ainda as condições que, segundo ele, reforçam o caráter de punição além da pena: proibição de contato direto com aliados, restrição de manifestações públicas e monitoramento constante. Para Carlos, a soma desses fatores viola garantias constitucionais básicas.

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Argumentos sobre ausência de denúncia formal

Um dos pontos centrais destacados é a inexistência, até o momento, de denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal. De acordo com Carlos Bolsonaro, a manutenção da custódia preventiva sem acusação formal contraria o devido processo legal previsto na legislação brasileira. Ele sustenta que o ex-presidente deveria responder em liberdade, caso houvesse elementos para ação penal.

Juristas alinhados ao campo conservador têm reiterado críticas semelhantes, defendendo que a prisão preventiva exige fundamentação concreta sobre riscos à ordem pública ou à instrução processual. Até o momento, o STF não se pronunciou publicamente sobre a nova manifestação do vereador.

Silêncio de lideranças de direita amplia tensão interna

Nos bastidores, deputados e senadores identificados com a base bolsonarista evitam confrontar abertamente o Supremo, temendo retaliações em processos que tramitam na Corte. A falta de declarações contundentes, porém, gera descontentamento entre eleitores conservadores, que reivindicam postura mais firme em defesa do ex-presidente.

Aliados próximos alegam que eventuais manifestações públicas poderiam ser interpretadas como tentativa de afrontar decisões judiciais. Carlos, entretanto, sustenta que a omissão representa “alinhamento tático” para enfraquecer o principal nome da direita e abrir espaço a novas lideranças.

Próximos passos e cenário político

Especialistas veem no caso mais um capítulo da disputa institucional entre Poder Executivo, Judiciário e figuras de relevo na oposição. Enquanto o STF segue avaliando recursos da defesa de Jair Bolsonaro, parte do Congresso articula projetos para rever competências da Corte, movimento que tem apoio considerável na base conservadora.

Consultores políticos avaliam que o debate sobre liberdade de expressão, garantias individuais e equilíbrio entre poderes tende a ganhar força nas próximas semanas. A pressão de Carlos Bolsonaro, combinada ao descontentamento popular, pode influenciar votações relevantes no Parlamento, especialmente aquelas relacionadas a reformas judiciais.

Para acompanhar a cobertura completa sobre os desdobramentos políticos em Brasília, acesse a seção de Política do nosso site.

Em resumo, Carlos Bolsonaro elevou o tom contra o Supremo e criticou a falta de reação de aliados políticos, reforçando a tese de que Jair Bolsonaro é alvo de perseguição e tortura institucional. Continue acompanhando nossas atualizações e compartilhe este conteúdo para ampliar o debate sobre o futuro das garantias constitucionais no país.

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