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Cláudio Castro elogia Moraes no Rio e contesta fala de Lula sobre traficantes

Política

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), exaltou a atuação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, durante visita ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) e, ao mesmo tempo, refutou declarações recentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a respeito de traficantes. As declarações foram dadas em episódio do podcast Inteligência Ltda., publicado na quinta-feira (7).

Visita de Moraes é vista como “positiva e transparente”

Castro relatou que Moraes, relator temporário da ADPF 635, esteve no CICC acompanhado de representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O ministro quis verificar pessoalmente o andamento das investigações ligadas à Operação Contenção, que resultou em mais de 100 mortos, entre eles quatro policiais.

“Achei bacana uma alta autoridade sair do gabinete e ver a realidade de perto”, afirmou o governador. Segundo ele, o grupo teve acesso às câmeras do centro de monitoramento e a equipamentos embarcados utilizados pelas forças de segurança. “Foi tudo transparente. Mostramos tecnologia, planejamento e provas que respaldam a operação”, destacou.

O chefe do Executivo fluminense disse ter ficado “super feliz” com a postura de Moraes, classificando-a como regimental e técnica. Para Castro, a presença de membros do CNJ e do CNMP reforçou a credibilidade das informações apresentadas pelo estado sobre a megaoperação no Complexo da Penha.

Crítica à fala de Lula sobre traficantes

Ao mesmo tempo em que evitou um confronto direto com o Planalto, Castro rejeitou a avaliação de Lula de que traficantes seriam vítimas dos usuários de drogas. “É lamentável. Parece uma visão anacrônica, influenciada por ideologia. O criminoso de hoje não é o mesmo de décadas atrás”, declarou.

O governador procura manter um equilíbrio delicado: dialoga com o governo federal, responsável por parte dos recursos da segurança pública, sem se afastar da base conservadora que respalda ações policiais duras contra o crime organizado. “Não quero politizar a Operação Contenção. Analistas fazem a crítica que acharem necessária; nós focamos em resultados”, afirmou.

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Independência policial reforçada

Castro reiterou que, desde o início do mandato, as polícias Civil e Militar operam com autonomia para investigar. “Não existe mais governador metendo o bedelho em investigação”, garantiu. Para ele, qualquer tentativa de uma autoridade de mandar a polícia investigar algo específico é “repugnante” e fere o princípio da independência técnica.

Segundo o governador, a política de segurança do Rio de Janeiro se apoia em estruturação, inteligência e investigação. A Operação Contenção, defendeu, não deve ser enxergada como ação isolada, mas como o início de um processo permanente de enfrentamento ao crime organizado.

Estratégia política: diálogo sem confrontos

Mesmo filiado ao PL e aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Castro repetiu que continuará recebendo “quem quiser ajudar o Rio”. Ele adotou tom moderado ao mencionar o STF e o governo federal, indicando que prefere debates técnicos a disputas públicas. A posição busca preservar canais de financiamento federal sem abrir mão da linha dura contra facções que controlam comunidades cariocas.

Durante o podcast, o governador destacou ainda que orientou secretários a não responder politicamente a críticas. “Se algum secretário meu entrasse nessa polêmica, seria demitido”, avisou. A medida, explicou, evita a impressão de que a operação policial serve a interesses eleitorais.

Entre elogios a Moraes e críticas pontuais a Lula, Castro reforça sua imagem de gestor focado em resultados na segurança pública, distante de disputas ideológicas que, segundo ele, atrapalham ações de combate ao narcotráfico.

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Em resumo, Cláudio Castro segue alinhado a uma abordagem rigorosa contra o crime, acolhe o trabalho técnico de Alexandre de Moraes e rechaça visões que relativizem a responsabilidade de traficantes. Continue conosco para receber atualizações e análises focadas nos desdobramentos da Operação Contenção e nos rumos da segurança pública.

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