Brasília, 26 de outubro de 2025 – A busca incessante por aprovação nas redes sociais está minando a serenidade de milhões de pessoas, aponta o jurista e especialista em comunicação Carlos Alberto Di Franco em artigo divulgado nesta data. Segundo o autor, a atenção desmedida aos “likes” transformou a vida íntima em espetáculo público, elevando ansiedade, insegurança e perda de identidade.
A cultura da aprovação permanente
Di Franco observa que o bem-estar de grande parcela da população passou a depender do número de curtidas, comentários e seguidores. Para o colunista, a comparação constante e o receio de cancelamento criaram um “tribunal digital” instável, no qual elogios e críticas determinam o humor diário de muitos usuários. A exposição contínua, avalia, converte relações reais em interações superficiais, esvaziando laços pessoais e alimentando frustrações.
Embora reconheça benefícios das plataformas — como a democratização do conhecimento e a maior liberdade de expressão —, o especialista adverte que o uso impulsivo de smartphones está gerando uma cultura de performance. Nesse ambiente, pessoas moldam discursos e atitudes para agradar a audiência, tornando-se reféns de validação externa. “Quem vive em função do aplauso perde o eixo e se escraviza”, resume o autor.
A crítica alheia, antes parte natural do convívio social, converteu-se em motivo de desespero, aponta Di Franco. Um comentário negativo pode abalar o equilíbrio emocional; um post ignorado, causar frustração aguda. A dinâmica, descreve, inverteu o olhar humano: o indivíduo gira em torno do que os outros pensam, não do que realmente é.
Consequências psicológicas e espirituais
O colunista relaciona a dependência digital a distúrbios como ansiedade crônica, insegurança e sensação de vazio. Para ele, a ausência de uma “referência superior” deixa o sujeito vulnerável às oscilações das redes. Assim, o celular se transforma em “confessionário invertido”: em vez de perdão, busca-se validação; em vez de misericórdia, encontra-se julgamento.
Di Franco assinala que a superexposição fragiliza identidades, pois opiniões mudam ao sabor de algoritmos. A tentativa de saciar necessidades de acolhimento e afeto em ambientes virtuais falha, alerta, porque “quem também está perdido” não supre carências profundas. A comparação incessante gera guerra interior: quem mede valor pelo próximo vive em conflito permanente com a própria realidade.


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Silêncio, interioridade e fé como saída
Como contraponto, o artigo recomenda resgatar silêncio, interioridade e verdade. O autor propõe “voltar à fonte” e abandonar-se em Deus, definindo essa atitude como libertadora. A fé cristã, sustenta, oferece um olhar estável: Deus vê cada pessoa como filho, independentemente de métricas digitais. Essa segurança permitiria, segundo Di Franco, enfrentar críticas sem abalo e viver com autenticidade.
Santa Teresa d’Ávila é citada para reforçar a ideia: “Nada te perturbe, nada te espante. Tudo passa. Deus não muda”. O pensamento resume a defesa de que confiança sólida — baseada no conhecimento de Deus e de si mesmo — neutraliza os efeitos corrosivos da busca por aprovação. Para o colunista, somente uma “alma ancorada” permanece serena em meio às tempestades virtuais.

Imagem: criada utilizando Whisk
Desligar a tela para recuperar a liberdade
O autor incentiva reduzir o tempo on-line e reconstruir a intimidade fora das plataformas. Reconhece o valor da crítica construtiva, mas rejeita que elogio ou reprovação dirijam a vida. A rocha, sublinha, não é a aceitação pública, e sim Deus. “Quem vive da imagem acaba vazio; quem vive da verdade permanece em pé”, conclui.
Di Franco encerra o texto convocando leitores a “desligar um pouco a tela” e a reconhecer que a vida não se resume a postagens. Para ele, a liberdade profunda nasce de ser visto por Deus, não pelo público volátil das redes.
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Em síntese, o artigo sustenta que a dependência de likes produz insegurança e distorce identidades, enquanto a fé oferece estabilidade e liberdade autêntica. Desconectar-se, cultivar silêncio e ancorar-se em valores transcendentais são os passos indicados para enfrentar o mal-estar digital. Se você achou o tema relevante, compartilhe este conteúdo e continue navegando pelo site para mais notícias que impactam a vida cotidiana.
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