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Eduardo Bolsonaro sustenta Carlos ao Senado e expõe divisão no PL catarinense

Política

Brasília, 4 nov. 2025 – O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi às redes sociais para reforçar a pré-candidatura do irmão Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina e, ao mesmo tempo, criticar publicamente a deputada estadual Ana Campagnolo (PL-SC). As postagens revelam o aprofundamento de um racha interno no PL catarinense, que tenta conciliar alianças com o Progressistas (PP) e manter a unidade em torno da reeleição do governador Jorginho Mello (PL-SC).

Postagens expõem divergências

Em uma sequência de mensagens na plataforma X, Eduardo classificou como “totalmente inaceitáveis” as declarações de Campagnolo, que vem defendendo a deputada federal Carol de Toni (PL-SC) para a mesma vaga no Senado. Segundo ele, a colega de partido “se insurgiu contra a liderança política que a projetou” ao contestar a preferência da família Bolsonaro por Carlos.

A reação de Eduardo ocorreu após Campagnolo cobrar, também na rede social, uma posição oficial da sigla sobre o assunto. A deputada questionou quem será “macho” o suficiente para avisar o senador Esperidião Amin (PP-SC) de que “está fora” da disputa, deixando claro seu apoio a Carol e sua oposição à manutenção da aliança com o Progressistas.

Nos bastidores, chegou a ser cogitada uma chapa pura do PL com Carlos e Carol, mas a coligação firmada com o PP para garantir o palanque de Jorginho Mello dificulta o arranjo. O entendimento inicial da direção estadual é apoiar a reeleição de Amin, preservando o acordo com os progressistas.

Aliados tentam conter desgaste

Enquanto o impasse avança, nomes próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro se esforçam para reduzir o atrito. O ex-chefe da Secretaria de Comunicação do governo, Fábio Wajngarten, destacou que tanto Carlos quanto Carol “têm votos de sobra”. Para ele, a reeleição de Jorginho Mello está encaminhada e, portanto, o debate sobre a vaga no Senado não justificaria “tanto tumulto”.

Em outro front, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), aliado histórico de Amin, aproveitou a controvérsia para provocar Eduardo Bolsonaro. Sem citar nomes, o piauiense publicou no X a frase “Nosso camisa 10 voltou!!!!”, em referência indireta à volta de Amin ao centro do debate eleitoral.

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Carlos Bolsonaro, por sua vez, tem dito em eventos públicos em Santa Catarina que seus “candidatos são ele e Carol de Toni”, excluindo Esperidião Amin da equação. A declaração reforça a estratégia de encorpar a bancada bolsonarista na Câmara Alta e, simultaneamente, aumenta a pressão sobre a direção do PL catarinense.

Contexto da disputa

O pleito de 2026 em Santa Catarina terá apenas uma vaga ao Senado. O PP busca manter a cadeira com Amin, parlamentar de trajetória consolidada no estado. Já o PL, fortalecido após a vitória de Jorginho Mello ao governo, tenta equilibrar interesses: sustentar a coalizão com os progressistas e, ao mesmo tempo, garantir espaço para figuras ligadas ao ex-presidente.

Carlos Bolsonaro, vereador no Rio de Janeiro, aposta na popularidade do sobrenome para avançar sobre o eleitorado catarinense. Carol de Toni, por sua vez, consolidou base própria na região Oeste e se apresenta como opção conservadora alinhada ao bolsonarismo raiz. A divergência entre os dois setores do PL ganha força porque ambos reivindicam a bandeira ideológica de direita e contam com histórico de votos expressivos.

Ana Campagnolo, principal voz em defesa de Carol, considera essencial manter a coerência programática do partido sem ceder à “velha política” dos acordos regionais. Eduardo Bolsonaro rebate, alegando que a deputada estadual deve lealdade à mesma estrutura partidária que a lançou à vida pública e que a disputa precisa ser tratada internamente.

Próximos passos

A direção nacional do PL ainda não convocou reunião para pacificar o cenário em Santa Catarina. Dirigentes próximos a Valdemar Costa Neto avaliam que a definição poderá ficar para o início de 2026, quando as convenções partidárias oficializam as chapas. Até lá, pré-candidatos se movimentam, cultuam suas bases e buscam apoios.

Enquanto o PP insiste na manutenção de Amin, setores do PL defendem uma solução caseira, sem necessidade de repetir a coligação. A possibilidade de candidatura dupla (Carlos e Carol) permanece no debate, mas dependerá de eventual desistência de Amin ou de nova composição que garanta palanque unificado para Jorginho Mello e Jair Bolsonaro.

No Congresso, parlamentares aliados ao ex-presidente observam a disputa como termômetro do poder de influência do clã Bolsonaro sobre a sigla. Se Carlos avançar, consolidará o domínio familiar sobre as candidaturas majoritárias; se Amin se mantiver, o PL catarinense demonstrará força própria, ainda que sob risco de descontentar a ala mais ideológica.

Para acompanhar outros desdobramentos do cenário político, acesse nossa seção de Política.

Resumo: a defesa pública de Eduardo Bolsonaro à candidatura do irmão escancarou o conflito interno do PL em Santa Catarina, que envolve alianças estaduais, interesses partidários e a estratégia bolsonarista para 2026. Continue conosco e receba atualizações em tempo real sobre as próximas movimentações.

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