Brasília, 27 de agosto de 2025 – A falta de informação sobre produtos financeiros ainda afasta milhões de brasileiros de soluções de crédito mais baratas e adequadas ao seu perfil. Embora o cartão de crédito rotativo registre juros médios de 445% ao ano, segundo o Banco Central, essa realidade não representa todo o mercado. Para Rafa Cavalcanti, CEO da fintech CloQ, a percepção de que crédito é sinônimo de endividamento precisa ser revista com urgência.
Percepção distorcida compromete o orçamento familiar
Grande parte dos consumidores associa empréstimos e cartões a altas taxas, cenário reforçado pela divulgação frequente de números do rotativo. No entanto, o mercado dispõe de linhas com custos menores, parcelamentos bem estruturados e limites que respeitam a capacidade de pagamento. A barreira cultural, segundo Cavalcanti, começa na desinformação: “Quando o cidadão entende como o crédito funciona, consegue planejar melhor o uso do dinheiro, trocando dívidas caras por opções mais inteligentes”.
Para as famílias com renda apertada, esse conhecimento faz diferença direta no bolso. Um empréstimo pessoal com juros moderados, por exemplo, pode substituir o saldo devedor do cartão, reduzindo a prestação mensal e liberando recursos para despesas essenciais. Porém, sem orientação, muitos acabam prorrogando o rotativo e agravando o problema.
Três equívocos que afastam o brasileiro do crédito consciente
1. Crédito é exclusivo para quem tem nome limpo
Mesmo pessoas negativadas encontram alternativas em fintechs e cooperativas, que avaliam movimentações recentes em vez de olhar apenas o passado. O nano-crédito, modalidade promovida pela CloQ, é um exemplo: valores menores, prazos curtos e retorno rápido permitem reconstruir o histórico sem comprometer o orçamento.
2. Pagar no cartão é sempre pior que à vista
Quando o limite é usado dentro do planejamento, o cartão oferece vantagens como programas de pontos e cashback. A estratégia conservadora recomenda utilizar a fatura como extensão do fluxo de caixa, nunca como transferência de dívida indefinida. O perigo real reside no rotativo e no parcelamento sem controle, não no meio de pagamento em si.
3. Apenas grandes bancos oferecem crédito seguro
A expansão das instituições digitais trouxe concorrência, transparência e taxas menores. Aplicativos permitem simular condições em poucos minutos, comparando CET (Custo Efetivo Total) antes da contratação. Essa abertura favorece o consumidor, que pode negociar com várias fontes e escolher a oferta mais alinhada ao seu perfil.


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Informação: ferramenta para inclusão financeira
Segundo levantamento interno da fintech, usuários que buscam conteúdo educativo reduzem a inadimplência em até 40% após seis meses. Isso sugere que a principal barreira não está na renda, mas na compreensão do produto. Cavalcanti reforça que conhecer modalidades, prazos e encargos transforma o crédito em aliado, possibilitando a realização de projetos e enfrentamento de emergências sem recorrer a empréstimos informais.
Além disso, a democratização da informação estimula a concorrência. Instituições inovadoras precisam oferecer taxas competitivas para atrair clientes bem-informados, o que pressiona o mercado a ajustar seus preços. Em última instância, quanto maior a educação financeira, menor a dependência de operações caras.

Imagem: Internet
Planejamento e responsabilidade individual
Uma postura conservadora diante das finanças exige disciplina. Antes de contratar qualquer linha de crédito, especialistas recomendam mapear receitas, despesas fixas e variáveis, definindo quanto do orçamento mensal pode ser comprometido com parcelas. Assim, o crédito deixa de ser ameaça e passa a ser instrumento que impulsiona metas de curto, médio e longo prazo.
Nesse contexto, a iniciativa privada assume papel central, oferecendo produtos flexíveis e conteúdo educativo. O Estado, por sua vez, deve garantir ambiente regulatório claro, sem excesso de burocracia, para estimular concorrência e reduzir custos ao consumidor.
Para os leitores que desejam acompanhar discussões sobre regulação e políticas públicas relacionadas ao sistema financeiro, vale conferir a seção de Política do Geral de Notícias, onde temas como crédito, juros e reformas econômicas são atualizados diariamente.
Em resumo, desmistificar o crédito é passo decisivo para ampliar a inclusão financeira no Brasil. Ao compreender os produtos disponíveis e adotar planejamento rigoroso, o consumidor transforma juros em aliado, não em inimigo. Siga acompanhando nossas atualizações e compartilhe este conteúdo para ajudar mais pessoas a tomar decisões conscientes sobre suas finanças.
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