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Filipe Martins cria vaquinha para bancar defesa nos EUA e pressionar acusadores

Política

Brasília, 10 nov. 2025 – O ex-assessor para assuntos internacionais do governo Jair Bolsonaro (PL), Filipe Martins, abriu uma campanha de arrecadação de recursos a fim de custear a contratação de advogados criminalistas nos Estados Unidos. A iniciativa, divulgada no domingo (9) pelo advogado Jeffrey Chiquini, busca financiar a estratégia jurídica que Martins pretende adotar na nova etapa do processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

Objetivo da campanha e valores envolvidos

De acordo com Chiquini, a “vaquinha” foi organizada por apoiadores e amigos do ex-assessor. Os recursos serão destinados exclusivamente ao pagamento de honorários de profissionais norte-americanos, além de cobrir despesas associadas às restrições impostas a Martins desde 2023. O valor-alvo não foi divulgado, mas o advogado reforçou que “cada centavo” será direcionado ao cliente, sem repasse para terceiros.

A defesa alega que a motivação central para a prisão preventiva de seis meses decretada contra Martins foi a acusação de ter deixado o país rumo aos Estados Unidos em dezembro de 2022, na companhia do então presidente Bolsonaro. O ex-assessor sustenta que não embarcou nesse voo e tenta comprovar a inexistência da viagem, contestando o que chama de “fraude no sistema migratório americano”.

Contexto do processo no STF

Martins figura no chamado “núcleo 2” da investigação que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado. O julgamento pela Primeira Turma do STF está marcado para 9 de dezembro, quando o colegiado analisará a responsabilidade de seis réus, entre eles o ex-assessor. Até o momento, não há sentença definitiva.

No último dia 20, a Polícia Federal pediu a abertura de novo inquérito para apurar se Martins teria simulado uma falsa entrada nos Estados Unidos. A defesa rebateu imediatamente, acusando o delegado Fábio Shor de “manipulação de provas” ao sustentar, segundo os advogados, “uma prisão infundada baseada em motivo falso”.

Em manifestação escrita encaminhada ao tribunal, os representantes de Martins argumentaram que a versão apresentada pelo delegado “deve ser analisada sob o nível da má-fé”. Eles defendem que as autoridades brasileiras e americanas sejam acionadas a fim de identificar os responsáveis pela suposta adulteração de registros migratórios.

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Estratégia jurídica internacional

A contratação de advogados nos EUA pretende, segundo Chiquini, abrir um flanco externo de investigação. A equipe estrangeira poderá requisitar documentos oficiais, ouvir testemunhas locais e, se necessário, acionar cortes federais. “Vamos apoiar o Filipe a levar todos os responsáveis pela fraude ao Judiciário americano”, declarou o advogado ao anunciar a arrecadação.

Para a defesa, a atuação em solo norte-americano é fundamental, pois envolveria eventuais irregularidades no banco de dados do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos – órgão que registra entradas e saídas de viajantes. Caso seja comprovada adulteração, a defesa espera fortalecer o argumento de que a acusação brasileira carece de base factual.

Reação de apoiadores e próximos passos

Com histórico de atuação próxima ao ex-presidente Bolsonaro, Martins mantém apoio em grupos conservadores que veem na ação um passo para “desmontar narrativas” em torno do chamado golpe de Estado. Esses simpatizantes compartilham o link da vaquinha em redes sociais, acompanhados de mensagens de incentivo e críticas ao que classificam como “perseguição política”.

O advogado Jeffrey Chiquini informou que prestará contas publicamente sobre o montante arrecadado e os gastos efetuados, prática que, segundo ele, reforçará a transparência da campanha. A expectativa é apresentar resultados preliminares antes do julgamento de dezembro, demonstrando ao STF que a defesa se baseia em elementos técnicos obtidos nos Estados Unidos.

Acusações contra delegado da Polícia Federal

Em paralelo à coleta de recursos, a defesa intensificou críticas ao delegado Fábio Shor. Os advogados acusam o policial federal de ter sustentado a prisão de Martins com base em evidências frágeis e de ter omitido informações que favoreciam o investigado. A petição protocolada no STF afirma que a narrativa apresentada por Shor “é absurda e revela má vontade deliberada”.

Por ora, a corporação não se pronunciou sobre a denúncia de manipulação de provas. Caso o tribunal acolha o pedido de abertura de novo inquérito, Martins poderá ser novamente alvo de medidas cautelares, ainda que temporárias.

Além de questionar a conduta do delegado, a defesa pretende solicitar aos ministros do STF acesso integral aos laudos migratórios para confrontar dados e comprovar a tese de que a viagem aos EUA jamais ocorreu.

Enquanto isso, o ex-assessor segue em liberdade provisória, obrigado a cumprir medidas como uso de tornozeleira eletrônica e apresentação periódica à Justiça.

Para acompanhar os desdobramentos dessa e de outras pautas do Congresso e do Judiciário, visite nossa seção de Política, que traz atualizações constantes sobre investigações e decisões que impactam o cenário nacional.

Em síntese, a vaquinha de Filipe Martins busca reforçar sua defesa em território americano e contestar as acusações de participação em plano golpista. Continue acompanhando nossos conteúdos para entender como a disputa jurídica poderá influenciar o julgamento marcado para dezembro e quais serão os impactos políticos dessa batalha. Compartilhe esta matéria e fique informado.

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