Belém, 3 de dezembro de 2023 — As manifestações realizadas em todo o país neste domingo ganharam destaque com o discurso da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que participou do ato na capital paraense e conclamou a população a resistir ao que classificou como “avanço da censura” no Brasil.
Chamado à reação contra “injustiças”
Em pronunciamento diante de apoiadores vestidos de verde e amarelo, Michelle declarou que “a reação a todas as injustiças praticadas pelo atual governo” está nascendo em cada cidade brasileira. A ex-primeira-dama incentivou os presentes a manterem o engajamento popular: “Reaja, Brasil! Deus está conosco! Venceremos!”.
A fala ocorreu no contexto de um movimento nacional que ocupou avenidas e praças em dezenas de capitais e municípios do interior. Cartazes com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, predominavam entre os manifestantes, indicando descontentamento com decisões consideradas limitadoras da liberdade de expressão.
Referências simbólicas e projeção nacional
Michelle destacou a escolha de Belém para iniciar sua participação nas manifestações. Segundo ela, a cidade recorre a um simbolismo religioso por dividir o nome com a localidade bíblica onde, conforme a tradição cristã, nasceu Jesus Cristo. “Belém tem o mesmo nome da cidade em que Jesus, a nossa Esperança e Salvação, nasceu”, afirmou, ressaltando o caráter de fé que permeia seu eleitorado.
A ex-primeira-dama tem ganhado visibilidade como possível candidata às eleições de 2026. Embora não tenha confirmado intenção de concorrer, a presença constante em eventos públicos e o discurso focado em temas como valores familiares, liberdade religiosa e combate à censura reforçam sua projeção nacional.
Manifestações em todo o país
Os atos deste domingo reuniram milhares de pessoas em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Recife e Curitiba. Na Avenida Paulista, o evento começou às 14h, com faixas pedindo respeito às liberdades individuais e críticas ao governo federal. Em muitas cidades, os participantes entoaram o hino nacional e levantaram bandeiras do Brasil, sinalizando unidade em torno das pautas defendidas.
Em São Paulo, a concentração ocupou várias quadras da principal via da capital. No Rio de Janeiro, os manifestantes se reuniram em Copacabana, enquanto em Porto Alegre a mobilização ocorreu na região central. Relatos nas redes sociais indicaram clima pacífico, com forte presença de famílias, profissionais liberais e representantes de grupos religiosos.
Pauta central: liberdade de expressão
A principal reivindicação apresentada foi o fim de medidas que os manifestantes consideram censura. Críticas a decisões judiciais que determinaram a retirada de conteúdos ou a suspensão de perfis em redes sociais foram recorrentes. Para os participantes, tais atos ferem o direito de livre manifestação do pensamento garantido na Constituição.


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Michelle Bolsonaro endossou essa preocupação ao classificar a data como “o dia em que se comemora o fim da censura no Brasil”. Ela enfatizou a necessidade de vigilância popular para que, segundo suas palavras, “liberdade não seja apenas discurso, mas realidade”.
Repercussão política
Lideranças conservadoras avaliaram as manifestações como demonstração de força do eleitorado de direita. Parlamentares alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro compartilharam imagens dos atos e defenderam, em publicações nas redes, maior fiscalização sobre decisões judiciais que envolvam restrições a conteúdos.
Por outro lado, setores governistas minimizaram a dimensão dos protestos, atribuindo o movimento a grupos “radicalizados”. Ainda assim, a participação intensa em diversos estados evidenciou a permanência do debate sobre liberdade de expressão na pauta nacional.
Próximos passos
Ao encerrar sua fala, Michelle Bolsonaro pediu que os protestos sirvam de impulso para futuras mobilizações. “Que as manifestações de hoje reacendam o vigor brasileiro para recuperarmos nossa liberdade e acabar com o avanço da censura”, declarou.
Organizadores locais indicaram que novos atos poderão ocorrer nas próximas semanas, a depender da agenda política e de decisões judiciais envolvendo liberdade de opinião. Enquanto isso, a ex-primeira-dama segue articulando encontros regionais, mantendo-se no centro das discussões sobre o futuro da direita no país.

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