Brasília, 24 de setembro de 2025 — A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou ao jornal britânico Telegraph que se levantará “como uma leoa” para proteger a direita brasileira enquanto seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, enfrenta o que ela classificou como “farsa judicial”. Em entrevista publicada nesta quarta-feira (24), Michelle responsabilizou a esquerda pela condenação do ex-chefe do Executivo e sugeriu que poderá disputar cargos públicos caso seja necessário para defender valores conservadores.
Entrevista ao Telegraph destaca possível sucessora
O Telegraph apresentou Michelle Bolsonaro como principal nome para suceder Jair na liderança da direita brasileira. Questionada sobre uma eventual candidatura, a ex-primeira-dama não descartou a possibilidade, mas ressaltou que sua atenção imediata está voltada à família. “Minha total atenção está voltada para cuidar das minhas filhas e de meu marido neste momento delicado”, declarou, referindo-se às lesões cancerígenas na pele descobertas recentemente por Bolsonaro.
A publicação britânica relembrou que Jair Bolsonaro foi condenado por suposta tentativa de golpe de Estado, processo que, segundo Michelle, “foi armado para esconder violações graves que ocorriam no Brasil”. Ela classificou o julgamento do marido e de aliados como “perseguição covarde” contra conservadores.
Críticas à esquerda e sinalização de apoio a Donald Trump
Na conversa com o Telegraph, Michelle responsabilizou partidos e movimentos de esquerda pela condenação do ex-presidente. “As acusações forjadas contra meu marido foram uma tentativa de ocultar violações graves”, afirmou. A ex-primeira-dama também elogiou medidas do governo norte-americano, liderado por Donald Trump, que impôs tarifa de 50% sobre importações brasileiras após a sentença contra Bolsonaro. Ela considerou essa postura um “alerta” aos que, em suas palavras, participam da “campanha sinistra” contra o ex-presidente.
O jornal britânico recordou críticas recentes de Donald Trump ao governo brasileiro atual, além de declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos Estados Unidos repudiando as sanções. Para Michelle, o alinhamento com Trump demonstra apoio internacional aos conservadores brasileiros.
Prioridade familiar, mas abertura para disputar eleições
Apesar do momento de atenção à saúde de Jair Bolsonaro, Michelle não fechou a porta para ingressar na disputa eleitoral. “Se, para cumprir a vontade de Deus, for necessário assumir uma candidatura política, estarei pronta para fazer o que Ele me pedir”, declarou. A frase reforça rumores de que ela poderá protagonizar a campanha da direita nas eleições de 2026.


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Imagem: Isabella de Paula
Michelle também enfatizou que continuará defendendo “a verdade e a justiça” e prometeu lutar pelos brasileiros que, segundo ela, vêm sendo “injustamente alvos” de ações judiciais. “Vou me levantar como uma leoa”, sintetizou.
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Em resumo, a ex-primeira-dama reforça o discurso de perseguição ao ex-presidente, mantém viva a perspectiva de liderança feminina na direita e sinaliza alinhamento com medidas de Donald Trump contra o governo brasileiro. Continue acompanhando nossos conteúdos e fique por dentro das movimentações que moldarão o cenário eleitoral dos próximos anos.
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