Las Vegas, EUA — O fisiculturista acreano Ramon Dino entrou para a história ao vencer a categoria Classic Physique no Mister Olympia 2025, a principal competição mundial da modalidade. A vitória, anunciada na madrugada de 12 de outubro, rende ao Brasil o primeiro título masculino do evento e coroa uma trajetória marcada por disciplina, fé e sucessivas tentativas no pódio.
Vitória inédita confirma favoritismo brasileiro
Depois de dois vice-campeonatos (2022 e 2023) e um quinto lugar em 2024, Ramon subiu ao palco do Convention Center, em Las Vegas, determinado a converter o favoritismo mostrado nas prévias em resultado definitivo. Diante de juízes, imprensa especializada e torcedores, o brasileiro apresentou físico equilibrado, dentro dos limites de peso e altura exigidos pela Classic Physique, categoria que valoriza proporção e estética sem sacrificar definição muscular.
Na avaliação final, o alemão Mike Sommerfeld ficou com a segunda posição, enquanto o norte-americano Terrence “Ruff” Ruffin completou o pódio. Todos integravam a lista de principais candidatos, mas foi o “Dinossauro Acreano” quem exibiu o conjunto mais harmonioso, convencendo o júri técnico e encerrando a hegemonia estrangeira que vigorava desde a criação da categoria, em 2016.
Fim da era CBum e início de um novo ciclo
A temporada 2025 marcou a primeira edição sem o canadense Chris Bumstead, hexacampeão consecutivo que se aposentou após o título de 2024. A ausência do ícone reconfigurou a disputa, abrindo espaço para novos líderes. Ramon aproveitou a oportunidade, demonstrando evolução em pontos antes criticados, como densidade na região dorsal e detalhe nos membros inferiores.
“Preparei-me para este dia durante muito tempo. Qualquer atleta do top 5 poderia vencer se chegasse no auge, mas hoje foi nosso dia”, afirmou o campeão em coletiva pós-evento. Ele ressaltou a importância da crença em Deus e do apoio da família, recusando “atalhos fáceis” e redobrando a atenção a dietas, treinos e descanso — pilares defendidos por técnicos conservadores do esporte.
Fato histórico amplia presença brasileira
Até então, as únicas faixas verde-amarelas erguidas no Olympia pertenciam às categorias femininas. Na noite anterior à conquista de Dino, as atletas Eduarda Bezerra (Wellness) e Natália Coelho (Women’s Physique) já haviam garantido o lugar mais alto do pódio. Com o resultado masculino, o Brasil passa a ocupar patamar de destaque inédito e reforça a tese de que trabalho consistente, planejamento e respeito às regras antidoping podem superar tradições consolidadas de países europeus e norte-americanos.


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Especialistas apontam que a vitória pode atrair patrocínios privados, incentivo a academias especializadas e novas vagas em competições profissionais. Para federações nacionais, o feito coloca pressão sobre programas de base, reforçando a exigência de treinador qualificado e acompanhamento médico rigoroso.
Impacto na Classic Physique e no cenário esportivo
O título de Dino não apenas encerra o domínio estrangeiro, mas também sinaliza mudança de referências estéticas. Com corpo de linhas clássicas, cintura fina e postura retilínea, ele lembra figuras da chamada “era de ouro” do fisiculturismo, em contraste com modelos recentes de volume extremo. A tendência pode influenciar critérios de julgamento, levando a pontuações mais equilibradas e menos dependentes de massa bruta.

Imagem: Internet
Nos bastidores, comentadores observam que a disciplina de Ramon — marcada por rotina diária sem concessões alimentares e treinos divididos em dois turnos — serve de exemplo em época de promoção de atalhos rápidos. O campeão reforça a importância de planejamento financeiro, evitando dependência de incentivos estatais e priorizando contratos com empresas privadas do setor de suplementação.
Repercussão nacional e perspectivas para 2026
Nas redes sociais, a vitória do acreano repercutiu imediatamente, gerando milhões de visualizações em vídeos oficiais do evento. Governadores, atletas olímpicos e entidades esportivas parabenizaram o novo campeão. Nos próximos meses, Ramon Dino planeja participação em seminários técnicos e campanhas publicitárias, mas já confirmou que defenderá o título em 2026.
Enquanto isso, Mike Sommerfeld e Terrence Ruffin anunciaram que intensificarão os preparativos para a próxima temporada, numa tentativa de recuperar terreno perdido. Já federados de países emergentes estudam intercâmbio com técnicos brasileiros, reconhecendo a eficiência dos métodos aplicados por equipes locais.
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Ramon Dino cravou o nome na galeria do Mister Olympia ao unir fé pessoal, rigor técnico e meritocracia. Sua conquista consolida o Brasil na elite do fisiculturismo e sinaliza um ciclo de maior profissionalismo na modalidade. Acompanhe as atualizações e participe: deixe seu comentário e compartilhe a notícia com amigos que valorizam resultados alcançados por esforço e competência.
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