Brasília, 7 de junho – O presidente do partido Missão, Renan Santos, confirmou que será pré-candidato à Presidência da República em 2026 e colocou o endurecimento da legislação penal no centro da sua plataforma. Ao conceder a primeira entrevista como dirigente da nova sigla, o líder ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL) defendeu a adoção da prisão perpétua e a abertura de debate sobre a aplicação da pena de morte no país.
Novas propostas penais para enfrentar a criminalidade
De acordo com Renan Santos, crimes de homicídio múltiplo devem resultar em reclusão definitiva, sem possibilidade de retorno ao convívio social. “Uma pessoa que cometeu uma série de homicídios deve pegar uma prisão que não saia mais da cadeia”, afirmou. O dirigente considera que o atual sistema falha ao permitir a saída de condenados perigosos e sustenta que a discussão sobre a pena capital precisa avançar no Congresso.
Na visão do pré-candidato, o endurecimento das penas reforça a proteção da sociedade e desestimula a violência. Ele argumenta que países com punições mais rígidas apresentam índices de criminalidade menores e vê o Brasil pronto para avaliar alternativas além do regime fechado comum. Embora a Constituição proíba tanto a prisão perpétua quanto a pena de morte em tempos de paz, Renan Santos pretende defender mudanças constitucionais que permitam eventual adoção desses instrumentos.
Foco em Estado mínimo e corte geracional
Fundado em 2023 e aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 4 de novembro, o Missão nasce com a meta de representar a geração Z em pautas de eficiência estatal e liberdade econômica. Renan Santos descreve a legenda como “direita com corte geracional”, distinta da ala bolsonarista, que ele associa a um público acima de 60 anos.
No campo econômico, o partido sustenta um modelo de reforma fiscal para reduzir o tamanho do Estado, incentivar a produção nacional e limitar a carga tributária. A legenda também propõe uma reforma administrativa baseada em indicadores de desempenho, tanto para servidores quanto para o repasse de recursos públicos. Segundo o dirigente, metas claras de produtividade devem nortear o uso do fundo eleitoral e as verbas partidárias.
Estratégia eleitoral para 2026
Apesar de ainda não possuir representação no Congresso – condição que impede o acesso ao fundo partidário –, o Missão deve receber entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões do Fundo Eleitoral para financiar suas campanhas. O planejamento inclui o lançamento de quatro candidatos a governos estaduais em 2026: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.


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A sigla pretende estruturar diretórios regionais ao longo dos próximos dois anos, captar quadros alinhados às propostas de Estado mínimo e priorizar políticas de combate à criminalidade. Renan Santos ressalta que a legenda irá buscar nomes jovens, com histórico de atuação em movimentos liberais e de direita, para compor as chapas estaduais e o pleito nacional.
Raízes no Movimento Brasil Livre
O Missão é a primeira legenda surgida diretamente do MBL, movimento criado em 2014 que ganhou destaque ao liderar manifestações favoráveis ao impeachment de Dilma Rousseff (PT). Com o registro oficial, o grupo amplia seu alcance eleitoral e passa a ter estrutura partidária própria para disputar cargos executivos e legislativos.

Imagem: Internet
Renan Santos, um dos coordenadores do MBL, foi escolhido por unanimidade para comandar a nova sigla. Sua plataforma presidencial promete combinar reformas liberais, gestão baseada em resultados e políticas penais mais firmes. Ao longo dos próximos meses, ele deve percorrer o país para apresentar as propostas e consolidar alianças regionais.
Para aqueles que acompanham o cenário político e buscam alternativas de direita focadas em responsabilidade fiscal e maior rigor penal, o avanço do partido Missão acrescenta um elemento relevante ao tabuleiro de 2026. O debate sobre prisão perpétua e pena de morte, temas até então restritos a grupos específicos, deve ganhar força à medida que Renan Santos cresce como voz nacional.
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Em resumo, o presidenciável do Missão aposta em medidas penais duras, redução do Estado e renovação geracional para se diferenciar na eleição de 2026. Acompanhe nossas atualizações diárias e compartilhe a matéria para manter mais leitores informados sobre as novas propostas que ganham espaço no debate público.
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