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Lula afasta Márcio Macêdo e amplia lista de aliados demitidos no terceiro mandato

Econômia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retirou Márcio Macêdo da Secretaria-Geral da Presidência e reforçou um movimento já visto desde janeiro de 2023: a demissão de quadros próximos em busca de ajuste político, melhora de desempenho administrativo e ampliação da base no Congresso.

Trocas ministeriais marcam início do mandato

A saída de Macêdo ocorreu após críticas públicas de Lula à baixa mobilização dos movimentos sociais, especialmente depois do 1º de Maio de 2024. O posto — cobiçado por correntes internas do PT — acabou destinado ao deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP), escolha que sinaliza nova estratégia de relacionamento com entidades de base.

A decisão não foi isolada. Em pouco mais de dois anos, o petista afastou figuras centrais de seu núcleo político. Oficialmente, a justificativa costuma ser “readequação” ou “melhoria de resultados”, mas bastidores apontam pressões de partidos aliados, receio de desgaste e necessidade de acomodar interesses no Congresso.

Quem são os principais aliados afastados

Paulo Pimenta (Comunicação Social e Estratégica): antigo ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) e interlocutor diário de Lula, deixou o cargo em meio a críticas à estratégia de mídia do governo e episódios de “fogo amigo”. O presidente optou por Sidônio Palmeira, marqueteiro de sua campanha de 2022, para centralizar a comunicação. Pimenta retornou à Câmara dos Deputados e hoje lidera a bancada governista na CPI do INSS.

Nísia Trindade (Saúde): primeira mulher a comandar o Ministério da Saúde, saiu em fevereiro de 2024 após Lula reclamar da lentidão no programa que previa atendimento de especialistas. A troca contemplou a nomeação de Alexandre Padilha, figura próxima ao núcleo político do Planalto. Nísia voltou à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde já atuava como pesquisadora.

Carlos Lupi (Previdência): presidente do PDT e aliado histórico do petista, enfrentou crise no auge dos relatos de descontos indevidos em benefícios do INSS. Para conter o desgaste, Lula transferiu a pasta para Wolney Queiroz, então secretário-executivo. Lupi manteve apoio público ao governo, de olho na eleição presidencial de 2026.

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José Chrispiniano (Secretaria de Imprensa): assessor de Lula desde 2011, foi afastado no início de 2025 juntamente com Paulo Pimenta. A presidência designou o jornalista Laercio Portela para comandar a comunicação institucional.

Motivações por trás das mudanças

O padrão se repete: o presidente avalia desempenho, calcula impacto político e decide substituir nomes — muitas vezes, sem aviso prévio aos próprios demitidos. Internamente, dirigentes do PT enxergam as trocas como tentativa de evitar que falhas pontuais contaminem a imagem do governo, sobretudo em áreas sensíveis como saúde e previdência.

Outro fator é a correlação de forças no Congresso. Ao ceder espaços para legendas parceiras ou figuras de peso estadual, Lula busca consolidar votos para pautas que exigem maioria qualificada, como reformas tributárias ou projetos de recomposição fiscal.

Além disso, o Planalto monitora o calendário eleitoral. Quanto mais próximo de 2026, maior tende a ser a pressão por resultados concretos que sustentem o discurso de continuidade do atual grupo no poder.

Impacto no relacionamento com aliados

Embora os dispensados mantenham vínculo histórico com Lula, as demissões geram ruídos dentro da base. Há preocupação de que novos cortes alimentem desconfiança e incentivem partidos a negociar apoio caso a caso. Por enquanto, o presidente aposta na capacidade de atração de cargos e verbas para manter a coalizão.

Nos bastidores, líderes governistas avaliam que nomes substituídos poderão ter papel relevante na articulação eleitoral de 2026, especialmente em seus estados. A reinserção desses quadros em posições estratégicas — como comissões da Câmara ou diretorias de estatais — é vista como caminho para minimizar insatisfações.

Para acompanhar análises e desdobramentos sobre o cenário político, acesse a seção de Política em Geral de Notícias.

Resumo: a demissão de Márcio Macêdo confirma a disposição de Lula em trocar aliados para preservar governabilidade e entregar resultados. Continue acompanhando nossas atualizações e saiba de primeira mão como as mudanças no Planalto podem influenciar o debate nacional.

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