Quem diverge do politicamente correto passou a ser classificado como “extrema-direita” e tratado como ameaça, afirma o pesquisador Roberto Motta. Ele sustenta que, impulsionada por doutrinação acadêmica e incentivos econômicos, a imprensa abandonou a pluralidade de ideias para propagar uma visão de mundo alinhada ao marxismo cultural.
Rotulagem e supressão do debate
Motta observa que veículos tradicionais, em vez de apresentar opiniões variadas, “formam um coro” na tentativa de moldar o pensamento público. Qualquer proposta que ultrapasse os limites do discurso progressista recebe, segundo ele, rótulos depreciativos como “ultradireita” ou “extrema-direita” — termos que considera vazios, porém eficazes para desqualificar opositores, desumanizar vozes discordantes e eliminar resistência.
Essa prática, pontua o autor, não se restringe ao Brasil. Ele cita a cobertura negativa da imprensa estrangeira às manifestações em Londres contra a imigração massiva, a recepção fria ao acordo de Donald Trump que libertou reféns israelenses e a rotulagem do ativista americano Charlie Kirk — assassinado — como extremista. Os exemplos evidenciam, segundo o pesquisador, um esforço articulado para enquadrar acontecimentos dentro de uma narrativa única.
Base acadêmica e engrenagem global
Para explicar o alinhamento quase sincronizado dos grandes meios, Motta aponta a hegemonia de ideias marxistas nas universidades, construída por autores como os pensadores da Escola de Frankfurt, Antonio Gramsci e Paulo Freire. De lá, conceitos coletivistas teriam migrado para redações e salas de aula, influenciando sucessivas gerações de comunicadores.
A esse fator soma-se, de acordo com o pesquisador, a atuação de organizações não governamentais e agências supranacionais — ONU, OMS e Fórum Econômico Mundial, entre outras — que usam pautas ambientais ou de direitos humanos para recomendar diretrizes econômicas e sociais. O fenômeno, que ele chama de globalismo, encontraria na mídia sua expressão mais visível.
Soberania ameaçada
Embora a formação de opinião seja antiga na imprensa, Motta argumenta que a diferença atual está na imposição de preferências políticas, jurídicas e até estéticas sem espaço ao contraditório. O resultado é a negação da escolha individual e da soberania popular, substituídas por valores impostos por uma elite não eleita. O pesquisador recorda a declaração de uma magistrada que, ao criticar a vontade popular, chamou a população de “213 milhões de pequenos tiranos”, ilustrando o distanciamento entre elite e cidadania.


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Motta também sustenta que a incapacidade de muitos cidadãos de relacionar ideologias coletivistas com abusos estatais abriu espaço para a transformação do Estado de bem-estar em distopia. Nesse contexto, a mídia exerceria papel decisivo ao empregar o termo “esquerda” como sinônimo de normalidade e benevolência, omitindo a bagagem autoritária ligada ao socialismo em diversas partes do mundo.

Imagem: John Jabez Edwin all
Exemplos no cotidiano
Durante as depredações conduzidas pelos Black Blocs, movimento que misturava estética fascista e pautas socialistas, Motta relata ter visto uma ex-colega da elite brasileira levar os filhos para “protestar contra o fascismo”. Para ele, o episódio ilustra como a narrativa da grande imprensa influencia decisões pessoais, mesmo entre camadas com acesso amplo à informação.
Segundo o pesquisador, as consequências desse processo de “deformação da opinião” são profundas: erosão do debate público, hostilidade a visões alternativas e fortalecimento de estruturas de poder distantes dos eleitores. Ele conclui que reconhecer a hegemonia esquerdista na mídia é passo indispensável para restaurar o pluralismo e proteger a soberania nacional.
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Em resumo, Roberto Motta alerta para o risco de uma imprensa que, em vez de informar, uniformiza pensamentos sob inspiração marxista e apoio de grandes organizações globais. Se você valoriza a liberdade de escolha e quer receber mais conteúdos objetivos, siga o Geral de Notícias e fique atento às próximas atualizações.
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