Quem: o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança.
O quê: análise sobre as pressões internacionais que cercam o Brasil.
Quando: publicada em 23 de outubro de 2025.
Onde: em artigo na imprensa nacional.
Como: apontando a disputa entre “globalistas” e “stalinistas”.
Por quê: para defender que o país precisa de instituições próprias, livres de interferências externas.
Brasil entre globalistas e stalinistas
Em sua avaliação, Luiz Philippe descreve dois polos de poder que competem pelo comando de ativos estratégicos e territórios: de um lado, blocos “globalistas” identificados com potências ocidentais; de outro, países “stalinistas” que lideram os BRICS. Segundo o parlamentar, as instituições brasileiras estariam “contaminadas” por pautas sugeridas pelo primeiro grupo. Ele sustenta que o atual governo não avança rumo à autonomia, mas se move para abandonar a submissão aos globalistas e adotar dependência dos stalinistas.
O deputado recorda que, apesar de ambos os blocos serem “antiamericanos”, disputam entre si o controle de rotas comerciais e de produção de minérios, alimentos e tecnologia. Como exemplo, cita o conflito na Ucrânia, em que, de acordo com ele, potências globalistas rearmam a Europa para manter o confronto com a Rússia, vista como representante do polo stalinista.
Nesse cenário, o Brasil se comportaria como “bola de pingue-pongue”, oscilando conforme interesses externos. Para Luiz Philippe, é justamente esse movimento que o ex-presidente norte-americano Donald Trump buscaria conter, tentando impedir que o país mude de uma tutela para outra.
Desconfiança dos EUA e histórico de oscilações
O articulista afirma que, da perspectiva de Washington, o Brasil não demonstra compromisso duradouro, pois “pode mudar de lado muito rapidamente”. Ele relembra episódios nos quais governos brasileiros teriam frustrado expectativas dos Estados Unidos: a simpatia de Getúlio Vargas pelo Eixo na Segunda Guerra, a condecoração de Che Guevara por Jânio Quadros e as reformas de base defendidas por João Goulart. Ainda segundo Luiz Philippe, o posicionamento do presidente Lula, nos últimos 20 anos, reforça a percepção de antipatia bilateral.
Essa sequência de sinais contraditórios faria com que os EUA vissem as instituições brasileiras como “corruptas, fracas e sem visão independente”. Assim, argumenta o deputado, Washington estaria disposto a agir apenas para evitar que o Brasil caia em um modelo político-econômico alinhado ao bloco stalinista. A intervenção norte-americana seria, portanto, limitada a impedir um “mal maior”, sem pretensão de transformar o Brasil em nação plenamente soberana.


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Mobilização interna como saída
Para Luiz Philippe, nenhuma potência estrangeira entregará soberania ao Brasil. A condição de país autônomo dependeria, em sua ótica, de “um sério, profundo e amplo movimento de resgate nacional”, capaz de alinhar as instituições à vontade popular. Enquanto esse consenso não surgir, o país permanecerá, nas palavras do autor, sujeito a agendas definidas fora de suas fronteiras.

Imagem: criada utilizando Chatgpt
O parlamentar ressalta que soberania não consiste em escolher um bloco contra o outro, mas em projetar interesses próprios de modo consistente. Ele considera que, se os órgãos de Estado refletissem a opinião pública de forma transparente, os Estados Unidos tenderiam a olhar o Brasil com “maior otimismo” e a estabelecer parceria em bases mais elevadas.
Entretanto, enquanto persistir a percepção externa de instabilidade interna, o Brasil seguirá visto como aliado pouco confiável. O deputado conclui que, sem mudança institucional, o país continuará vulnerável a pressões internacionais, ora inclinando-se aos globalistas, ora aos stalinistas, sem conquistar verdadeira autonomia.
O debate sobre soberania nacional é recorrente no Congresso. Caso queira acompanhar decisões recentes que impactam essa questão, o leitor pode consultar a seção de política em Geral de Notícias.
Em síntese, Luiz Philippe defende que só a mobilização interna e o fortalecimento das instituições permitirão ao Brasil romper o ciclo de dependência. Acompanhe nossos conteúdos e compartilhe sua opinião sobre o rumo que o país deve tomar.
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