Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro e segundo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, publicou na rede social X um relato sobre o estado físico e emocional do pai. Segundo ele, o ex-chefe do Executivo estaria “magro, sem vontade de se alimentar” e enfrentando repetidas crises de soluço e vômito. As declarações ocorrem às vésperas do início do julgamento de Bolsonaro pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), marcado após determinação do ministro Alexandre de Moraes.
Estado de saúde do ex-presidente
O vereador descreveu a situação como “dolorosa” para a família. “O velho está magro, não tem vontade de se alimentar e segue enfrentando intermináveis crises de soluço e vômitos”, escreveu Carlos. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar em Brasília por ordem de Moraes desde que se tornou alvo de investigações sobre suposta tentativa de obstrução de justiça. Na mensagem, o filho afirmou sentir-se na obrigação de compartilhar “um pouco da realidade do momento” com simpatizantes que, segundo ele, “estão sofrendo junto”.
Carlos relatou que visitou o pai recentemente após uma semana sem contato presencial. “Hoje tive novamente a oportunidade de estar com ele em sua prisão domiciliar ilegal e desumana, ficando um pouco ao seu lado — às vezes conversando, às vezes apenas em silêncio”, escreveu. O vereador agradeceu pelas orações de apoiadores e pediu que “continuem firmes”. Sem informar nomes de médicos ou laudos, o relato concentrou-se em percepções pessoais da condição de saúde do ex-presidente.
Além do quadro físico, o parlamentar mencionou abalo emocional do pai. Embora não tenha fornecido detalhes clínicos, afirmou que Bolsonaro demonstra pouca disposição para falar e permanece a maior parte do tempo recolhido. Familiares evitam divulgar dados sobre medicação ou atendimento médico, porém não negam que o ex-presidente já tratou de problemas gástricos em outras ocasiões, inclusive durante o mandato.
Contexto do julgamento no STF
O ex-presidente começa a ser julgado pela Primeira Turma do STF por suposta participação em esquema de falsificação de cartões de vacinação contra a covid-19. O processo, relatado por Alexandre de Moraes, também envolve ex-ajudantes de ordens e assessores. A corte avaliará se transforma denúncias em ação penal, etapa que pode abrir caminho para mais medidas restritivas.
Na mesma decisão que manteve a prisão domiciliar, Moraes autorizou a Polícia Penal do Distrito Federal a vistoriar todos os veículos que entram ou saem da residência do ex-presidente. A medida, segundo despacho, visa impedir a destruição de provas. Aliados de Bolsonaro classificam as determinações como “excessivas” e alegam motivação política. O Palácio do Planalto não se pronunciou sobre o caso.
Carlos Bolsonaro também compartilhou nas redes sociais um comentário de Jason Miller, conselheiro do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Miller citou reportagem do The New York Times sobre o julgamento, afirmando que o jornal estaria alertando para uma “perigosa militarização” do STF. Segundo ele, Moraes “ordenou batidas policiais, censurou contas online, bloqueou redes sociais e, em alguns casos, prendeu pessoas sem julgamento”. O comunicado questiona se o tribunal brasileiro estaria assumindo postura “autoritária”.


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Imagem: Internet
Nos bastidores, parlamentares e juristas acompanham a sessão com atenção. Caso o STF acolha a denúncia, Bolsonaro pode responder criminalmente e ter ampliadas as restrições de liberdade. Já a defesa sustenta que não houve fraude em cartões de vacinação e que a acusação seria baseada em depoimentos sem comprovação documental robusta.
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Em suma, o relato de Carlos Bolsonaro acrescenta tensão ao ambiente antes da análise do STF. Continue acompanhando nossas reportagens e receba as principais novidades diretamente no seu dispositivo — ative as notificações e não perca nenhum detalhe.
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