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Megaoperação reage e freia avanço do Comando Vermelho no Rio

Política

Uma força-tarefa com mais de 2,5 mil agentes das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal entrou em ação na semana passada para conter a expansão do Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro e em outros estados. A iniciativa, que mobilizou efetivo inédito nos últimos anos, enfrentou grupos fortemente armados e marcou o primeiro grande movimento do Estado contra o poder paralelo que domina comunidades inteiras.

Resposta do Estado à escalada criminosa

A operação ocorreu em diversos pontos da capital fluminense, com foco em áreas onde o CV vinha impondo um regime de terror. Segundo as corporações envolvidas, os criminosos resistiram ao cumprimento de mandados de prisão com fuzis, pistolas, granadas e rádios comunicadores. O confronto resultou em mortos, inclusive quatro policiais militares – Marcus, Rodrigo, Cleiton e Heber –, que trocaram mensagens de despedida com suas famílias antes de entrar em combate.

De acordo com dados preliminares, o CV registrou mais de 1.200 execuções somente em 2024, número que escancara a violência imposta diariamente a moradores de bairros dominados pela facção. Diante desse cenário, as forças de segurança argumentam que intervenções pontuais, sem uso proporcional da força, seriam insuficientes para restabelecer a lei e a ordem.

Apoio popular e resistência de setores da elite

Pesquisas de opinião realizadas após a ação indicam apoio majoritário da população fluminense às medidas de enfrentamento. Para muitos moradores, a presença policial reforçada devolve a sensação de segurança e sinaliza que o Estado não pretende mais tolerar enclaves comandados por traficantes.

Em contraste, parte da elite política, acadêmica e midiática mantém discurso crítico às forças de segurança, classificando o resultado da operação como “execuções sumárias”. Organizações não governamentais internacionais chegaram a comparar os policiais a carrascos, sem mencionar a presença de armamento pesado em posse de criminosos. Já a Organização das Nações Unidas condenou prontamente o emprego de força letal, mas manteve silêncio sobre os milhares de assassinatos promovidos pelo CV ao longo do ano.

A dinâmica de poder das facções

Com hierarquia própria, fluxo financeiro bilionário e controle territorial, o Comando Vermelho se consolidou como narcoestado paralelo. Entre suas práticas mais comuns estão a extorsão de pequenos comerciantes, o fechamento compulsório de escolas e a utilização de moradores como escudos humanos. Quando a polícia avança, o crime responde com queima de ônibus, bloqueio de vias e intimidação a conselhos tutelares.

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Especialistas em segurança pública alertam que, sem ações integradas de inteligência e presença constante do Estado, facções ampliam influência e exportam seu modelo para outras unidades da federação. O temor é que o Rio de Janeiro repita, em larga escala, o cenário de Medellín nos anos 1980, quando o poder oficial passou a negociar com traficantes para evitar confrontos diretos.

Próximos passos: firmeza e políticas públicas

O governo estadual sinalizou que manterá o patrulhamento reforçado e ampliará o investimento em tecnologia, como câmeras corporais, monitoramento com drones e análise de dados. Paralelamente, há promessa de retomar programas sociais e reestruturar Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em regiões estratégicas.

Para agentes de segurança, o sucesso das futuras ações dependerá do alinhamento entre Judiciário, Ministério Público e forças policiais. Mandados de prisão rápidos, transferência de líderes a presídios de segurança máxima e bloqueio de contas bancárias do crime são considerados pontos críticos para enfraquecer a estrutura financeira do CV.

Entre civilização e barbárie

A sociedade brasileira se vê diante de dois projetos antagônicos. De um lado, trabalhadores que acordam cedo, pagam impostos e desejam voltar para casa em segurança. Do outro, facções que impõem normas próprias e ditam quem vive ou morre nas periferias. A neutralidade diante desse embate acaba beneficiando o crime organizado, que ocupa o vácuo deixado pela ausência do Estado.

Reforçar o papel das forças de segurança não significa ignorar a importância de escolas, hospitais e oportunidades de emprego; significa assegurar condições mínimas para que essas políticas públicas existam. Sem garantir a ordem, qualquer tentativa de desenvolvimento social se torna refém do crime.

Se você deseja acompanhar análises e desdobramentos sobre ações de combate ao crime organizado, confira a seção dedicada em Política e permaneça informado sobre as decisões que impactam a segurança pública.

Esta megaoperação mostrou que o Estado ainda detém poder e legitimidade para reagir aos ataques do Comando Vermelho. O desafio agora é manter a firmeza, ampliar a inteligência policial e integrar programas sociais, garantindo que comunidades hoje reféns do medo possam experimentar a verdadeira paz. Acompanhe nossas atualizações e compartilhe esta reportagem para fortalecer o debate sobre segurança e responsabilidade estadual.

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