Jerusalém, 9 de outubro de 2025 — O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou que reunirá o gabinete ainda hoje para votar um acordo de cessar-fogo com o Hamas na Faixa de Gaza. A proposta prevê a interrupção imediata das hostilidades e o retorno de todos os reféns israelenses mantidos pelo grupo islâmico desde o início do conflito.
Reunião decisiva no gabinete
Segundo declarações divulgadas pelo gabinete do premiê, a sessão extraordinária colocará em pauta os termos finais negociados nas últimas semanas por mediadores regionais. A concordância do Hamas, informada na madrugada, abriu a possibilidade de aprovação formal por parte do governo israelense.
Netanyahu agradeceu às Forças de Defesa de Israel (FDI) “pela coragem e perseverança” demonstradas durante meses de intensas operações militares. De acordo com o mandatário, o empenho dos soldados foi crucial para pressionar o Hamas a aceitar condições que asseguram o retorno dos sequestrados “sem concessões estratégicas”.
Fontes próximas ao gabinete afirmam que o acordo inclui fases bem definidas: libertação imediata de mulheres, crianças e idosos, seguida pela entrega gradual dos demais prisioneiros em prazos previamente estipulados. Em contrapartida, Israel suspenderá operações terrestres e aéreas durante o período de implementação, mantendo, porém, corredores de segurança ao longo da fronteira.
Hamas aceita trégua sob pressão
A direção política do Hamas confirmou ter aceitado o cessar-fogo nas primeiras horas da madrugada local. O grupo reconheceu que o impasse humanitário e a destruição de infraestruturas civis em Gaza tornavam insustentável a continuidade dos combates. Analistas observam que o “consenso forçado” resultou da pressão militar e diplomática exercida por Israel e por parceiros regionais.
Embora o texto completo do acordo não tenha sido divulgado, autoridades israelenses garantem que não haverá liberação de militantes condenados por crimes de sangue, uma exigência frequentemente colocada pelo Hamas em negociações anteriores. A perspectiva é de que o pacto seja implementado em até 48 horas após a aprovação formal pelo gabinete.


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Netanyahu sublinhou que a prioridade “é trazer todos para casa” e reiterou que o país manterá liberdade de ação contra qualquer violação futura. “Se o Hamas quebrar o silêncio, a resposta será imediata e contundente”, alertou o premiê.
Repercussão interna e internacional
No cenário doméstico, coalizões de direita e centro-direita manifestaram apoio à convocação urgente do gabinete, avaliando que a iniciativa protege vidas israelenses sem comprometer a postura de firmeza do governo. Oposição de esquerda exigiu transparência total dos termos, mas evitou críticas diretas, reconhecendo a sensibilidade do tema dos reféns.
Governos ocidentais receberam positivamente a notícia. Washington classificou o entendimento como “passo essencial” para a estabilidade regional, enquanto chancelerias europeias elogiaram a condução “responsável” de Israel nas tratativas.
Projeção econômica para Portugal
Além do dossiê Oriente Médio, o noticiário internacional destacou projeção divulgada por consultoria independente indicando que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita de Portugal deverá atingir a média da União Europeia apenas em 2045. O estudo aponta crescimento moderado da economia portuguesa combinado a avanços mais rápidos em países do leste do bloco.

Imagem: Internet
Este cenário prolonga por duas décadas o desafio português de convergir plenamente com os indicadores socioeconômicos da zona do euro, sobretudo em renda disponível e produtividade. Especialistas recomendam reformas estruturais e fortalecimento do ambiente de negócios para acelerar o ritmo de aproximação.
Próximos passos
Concluída a reunião do gabinete, espera-se um comunicado oficial com cronograma detalhado da operação de repatriação dos reféns e mecanismo de monitoramento do cessar-fogo. Caso seja aprovado sem emendas, o pacto poderá representar o congelamento mais duradouro das hostilidades na região desde os acordos mediados em 2021.
Militares israelenses permanecerão em prontidão ao longo da fronteira, e o Ministério da Defesa reforçou protocolos de segurança para impedir tentativas de violação do entendimento por facções dissidentes. Já em Gaza, agências humanitárias planejam acelerar a entrada de suprimentos médicos e alimentares assim que o silêncio das armas for confirmado.
Todo o processo será acompanhado de perto por observadores internacionais, incluindo representantes da ONU, visando garantir que ambas as partes cumpram as cláusulas e que os reféns retornem em segurança.
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Em resumo, o gabinete israelense entra em sessão decisiva que pode encerrar meses de confrontos e trazer alívio a centenas de famílias. Acompanhe conosco os resultados da votação e, se deseja receber alertas imediatos, ative as notificações do site e mantenha-se informado.
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