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Tarcísio acusa PT de causar prejuízo recorde nas estatais e destaca rombo dos Correios

Econômia

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltou a confrontar o governo federal ao afirmar que as empresas estatais registram sistematicamente prejuízos quando administradas pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A declaração foi feita em publicação na rede social X, onde o ex-ministro da Infraestrutura compartilhou um gráfico sobre o desempenho financeiro dos Correios e apontou o crescimento do déficit desde o início da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Crítica direta ao governo Lula

No comentário, Tarcísio argumentou que a condução das estatais pelo PT demonstra um “desconhecimento detalhado” de administração pública. Segundo o governador, a má gestão resulta em perdas que recaem sobre toda a sociedade: “Você, eu e todos os brasileiros pagamos essa conta”, escreveu. A manifestação reforça a postura crítica de Tarcísio, cotado por setores do campo conservador como possível candidato à Presidência em 2026, caso o ex-presidente Jair Bolsonaro permaneça inelegível.

Aliados de Tarcísio veem na crise das empresas públicas uma oportunidade para defender maior participação privada e contenção de gastos. O governador paulistano tem usado exemplos de sua gestão, baseada em parcerias público-privadas e venda de ativos, para contrastar com o modelo petista, que privilegia controle estatal e indicações políticas.

Correios acumulam déficit histórico

A situação dos Correios tornou-se exemplar nesse embate. O balanço parcial de 2025 indica um rombo inédito, superando todos os resultados negativos desde 2016. A empresa registrou seu último lucro em 2021, mas, desde então, enfrenta sucessivos déficits que somam bilhões de reais.

Entre os fatores apontados para o desequilíbrio estão:

  • Perda de mercado para companhias privadas de entrega, que avançam em logística e serviços digitais.
  • Aumento de custos operacionais, sem ajuste proporcional das tarifas.
  • Queda acentuada nas encomendas internacionais após a instituição da chamada “taxa das blusinhas”, que encareceu remessas estrangeiras e reduziu a receita da estatal em cerca de R$ 2,2 bilhões.
  • Apenas 15 % das agências operam com lucro, segundo dados internos.

Além das dificuldades de mercado, críticos apontam o loteamento de cargos e a interferência política como agravantes. Dirigentes com indicações partidárias teriam contribuído para decisões pouco eficientes, aprofundando a fragilidade financeira da empresa.

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Pressão por CPI no Congresso

Diante do cenário, parlamentares da oposição articulam a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os Correios. O pedido ganha força após a estatal anunciar um empréstimo bilionário, interpretado por deputados como tentativa de cobrir rombos sem enfrentar as causas estruturais do problema.

Para Tarcísio, a iniciativa legislativa complementa o debate sobre a necessidade de reestruturar o setor público. Em suas falas, o governador defende revisão de subsídios, corte de despesas e abertura a investimentos privados, medidas alinhadas a sua gestão em São Paulo, considerada vitrine para políticas de cunho liberal-conservador.

No Planalto, o governo prefere evitar o tema de privatizações e trabalha para assegurar capitalização das estatais via Tesouro ou operações de crédito. Integrantes da base aliada sustentam que os problemas são conjunturais e que a reversão virá com modernização interna, sem entrega de ativos ao mercado.

Impacto na economia e no contribuinte

Enquanto o impasse político persiste, especialistas calculam que o déficit dos Correios de 2025 pode pressionar as contas públicas em até R$ 4 bilhões. O montante inclui dívidas acumuladas e provisões para cobrir planos de aposentadoria. Caso não haja correção de rota, parte desse valor poderá ser compensada por meio de aportes do Orçamento Geral da União.

Empresários do setor logístico alertam para possíveis atrasos em entregas, elevação nos preços dos fretes e redução de competitividade. Para o consumidor, a conta pode aparecer em tarifas maiores ou em impostos adicionais destinados a bancar o rombo.

O episódio reforça o debate sobre o futuro das estatais brasileiras, em especial numa conjuntura de lenta recuperação econômica. A oposição utiliza o caso Correios como argumento para fortalecer a pauta de accountability e limitar a expansão do Estado, enquanto a administração petista tenta blindar suas empresas estratégicas de privatizações consideradas ideológicas.

Para acompanhar outras atualizações sobre o cenário político nacional, visite nossa seção de Política.

Em resumo, a crítica de Tarcísio de Freitas recoloca a gestão das estatais no centro do debate público, tensionando a relação entre governo federal e oposição. A crise dos Correios, exemplificada pelo déficit recorde e pelo apelo por uma CPI, funcionará como teste decisivo para a capacidade do Planalto de conter gastos e evitar novos aportes que onerem o contribuinte. Continue acompanhando nossas publicações para ficar informado e participe nos comentários com sua opinião sobre o destino das empresas públicas.

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