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Tarcísio confirma ida ao ato de 7 de Setembro na Paulista

Política

São Paulo — O governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) confirmou que estará na Avenida Paulista no próximo 7 de Setembro. A manifestação, convocada pelo pastor Silas Malafaia, será realizada no Dia da Independência com foco em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e pedidos de anistia para investigados nos atos de 8 de Janeiro.

Quem participa e qual o objetivo do ato

Além de Tarcísio, também confirmaram presença o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF). A mobilização foi anunciada por Malafaia semanas depois de o pastor ser indiciado pela Polícia Federal. O evento pretende reunir apoiadores de Bolsonaro num momento em que o ex-chefe do Executivo cumpre prisão domiciliar e aguarda julgamento pela Primeira Turma do STF, marcado para a próxima terça-feira (2).

O núcleo organizador afirma que o ato busca reforçar a defesa da liberdade de expressão e questionar decisões judiciais que, segundo os organizadores, extrapolam o devido processo legal. As falas devem concentrar críticas ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo contra Bolsonaro, e pedidos de anistia para militares e civis investigados por suposta tentativa de golpe.

Contexto político e expectativa de público

A participação de Tarcísio ocorre depois de críticas sofridas em agosto, quando esteve ausente de mobilização anterior também organizada por Malafaia. Na ocasião, o governador alegou problemas de saúde e recebeu alta hospitalar no próprio dia do ato. Agora, sua presença busca evitar desgaste com a base conservadora e demonstrar alinhamento com Bolsonaro, figura ainda central no eleitorado de direita.

Analistas veem o governador como nome mais bem posicionado para eventual sucessão do ex-presidente em 2026, hipótese que ele nega ao reiterar preferência por disputar a reeleição em São Paulo. A ida à Paulista reforça, contudo, laços com apoiadores bolsonaristas que o consideram herdeiro político natural.

Organizadores estimam público superior ao registrado na manifestação de 3 de agosto. A expectativa se apoia no feriado nacional, na presença de lideranças regionais e no clima de mobilização gerado pelo julgamento de Bolsonaro. A Polícia Militar deve montar esquema especial de segurança, com bloqueios no entorno da avenida e revistas pessoais para evitar confrontos.

Cronograma e logística do evento

O ato está previsto para começar às 14h, na altura do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Carros de som serão posicionados ao longo da via para discursos de políticos, religiosos e representantes de movimentos civis. Malafaia informou que o hino nacional abrirá a programação, seguido de orações conduzidas por líderes evangélicos.

A Secretaria de Transportes Metropolitanos planeja operar o Metrô em regime de horário estendido, e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai interditar trechos da Paulista a partir das 10h. A recomendação é que participantes utilizem transporte público. Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ficarão posicionadas em pontos estratégicos.

Repercussão e próximos passos

Lideranças de esquerda também convocam atos para o mesmo dia em diferentes capitais, mas não na Paulista. Parlamentares do PT, PSOL e PCdoB planejam manifestações em defesa das instituições e em apoio às investigações do STF. Até o momento, não há registro de intenção de grupos adversários ocuparem o mesmo local, o que reduz riscos de confronto direto.

O Palácio dos Bandeirantes evita comentar o conteúdo político da manifestação e ressalta que a presença de Tarcísio ocorrerá fora da agenda oficial do governo. Já o Partido Liberal articula caravanas vindas de municípios do interior paulista e de outros estados, buscando ampliar a demonstração de força popular em torno de Bolsonaro.

A defesa do ex-presidente trabalha para afastar a hipótese de prisão em regime fechado ao final do julgamento. Caso a condenação seja confirmada, a estratégia é recorrer a instâncias superiores, argumento que deve ser citado nos discursos de 7 de Setembro como exemplo de “perseguição” judicial, segundo interlocutores próximos.

Mais informações sobre a cena política nacional podem ser acompanhadas na seção de Política do nosso portal.

O ato de 7 de Setembro tende a reforçar o protagonismo de Tarcísio entre as lideranças conservadoras e servirá como termômetro da força popular de Bolsonaro às vésperas do julgamento no STF. Acompanhe nossa cobertura completa e fique por dentro dos desdobramentos dessa mobilização.

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